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12 Razões Por Que o Mandamento do Sábado Não Se Limita a Israel

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  • 12 Razões Por Que o Mandamento do Sábado Não Se Limita a Israel


    15 RAZÕES POR QUE O MANDAMENTO DO SÁBADO NÃO SE LIMITA AO POVO DE ISRAEL


    *1a.) Porque foi estabelecido na criação quando não existia UM SÓ JUDEU (Gên. 2:2, 3).

    - Obs.: “Argumentos do silêncio” não servem de prova nem contraprova de nada. O não ser dito que Adão guardava o sábado se neutraliza por não ser dito que NÃO o observava. O desempate é que Deus fez três coisas quanto ao sábado—nele descansou, o abençoou e santificou, termo que significa SEPAROU (como “memorial da criação”).

    *2a.) Porque Isa. 56:2-7, desfaz a falsa teoria de o sábado limitar-se a Israel. Deus convida os ESTRANGEIROS a se unirem ao Seu concerto com Israel, no contexto da expressão do divino ideal de que “a Minha casa será chamada casa de oração PARA TODOS OS POVOS” (não só para Israel).

    - Obs.: Há grande confusão e ignorância entre muitos sobre os reais motivos de Israel ser tida como “nação eleita”. Isso não foi só para obter PRIVILÉGIOS, mas tendo uma MISSÃO—ser “testemunhas de IHWH” e “luz das nações” até os confins da Terra (Isa. 43:10; 49:6). Ver ainda 1ª. Reis 8:41-43, estrangeiros dirigindo-se ao Templo de Salomão para adorarem ao Senhor.

    *3a.) Porque Jesus, o Supremo exemplo, observava o sábado e disse não ter vindo abolir a lei, e sim cumpri-la (Luc. 4:16; cf. Mat. 5:17-19). Ele JAMAIS disse para se deixar de observar qualquer mandamento da lei divina. No fim do Seu ministério confirmou aos discípulos e “às multidões” que deviam seguir TUDO que os líderes judaicos ensinavam. Isso inescapavelmente inclui a fiel guarda do sábado (ver Luc. 13:14). Só não deviam ser hipócritas como eles (Mat. 23:1-3).

    *4a.) Porque Jesus confirmou que “o sábado foi estabelecido POR CAUSA DO HOMEM UNIVERSAL-‘anthropós’, não do homem judaico (Mar. 2:27).

    - Obs.: Na segunda parte de Mar. 2:27 Cristo confirma as origens edênicas do sábado ao dizer, “. . . e não o homem {foi criado} por causa do sábado”. Sua intenção nessa afirmação não era desqualificar o preceito, mas as falsas interpretações farisaicas ao mesmo. Também deturpavam o 5o. Mandamento, quando lhes convinha (Mar. 7:9-12).

    *5a.) Porque Cristo declarou-se “Senhor do sábado”, não para abrir uma exceção na sua perfeita obediência (afinal, Ele era Senhor de TODA A LEI, e nem por isso podia matar, roubar, mentir. . ), mas para indicar Sua AUTORIDADE quanto ao preceito para CORRIGIR as distorções aplicadas ao mesmo pela liderança judaica do Seu tempo (Mat. 12:8 e Mar. 2:28).

    - Obs.: Cristo não debatia com a liderança judaica SE deviam observar o sábado, nem QUANDO observá-lo, e sim COMO observá-lo no devido espírito. E onde é dito que o sábado foi desestabelecido?

    *6a.) Porque em Mat. 24:16-20 Cristo profetizou que duas coisas continuariam após Sua partida: a) o inverno e suas dificuldades de fugir então para os montes; b) a guarda do sábado por Seus seguidores. Ele queria prevenir que fossem apanhados de surpresa em suas congregações num sábado, ante os invasores inimigos, bem como da perda de tudo por não poderem levar seus pertences num sábado.

    - Obs.: Isso não se limita ao meio urbano--fala dos que estavam na Judeia e no campo. Aos sábados havia portas menores e o próprio Cristo, Seus discípulos e até os fariseus estavam no campo num sábado (Mat. 12:1, 2). E quem prova que a guarda do sábado se restringiria aos cristãos etnicamente judeus?

    *7a.) Porque as santas mulheres que serviam a Cristo, após Sua morte foram preparar unguentos para embalsamar o Seu corpo, mas “no sábado repousaram conforme o mandamento” (Luc. 23:56). Logo, elas NÃO APRENDERAM pelos atos e palavras de Cristo: a) que o sábado cessava com Sua morte por apontar a Ele simbolicamente; b) que era mero símbolo da salvação em Cristo, daí que quem O tinha como Salvador estaria dispensado de tal regra.

    - Obs.: É incrível que quem vive há mais de 2.000 anos depois de Cristo pretenda saber interpretar Suas palavras e atos sobre o sábado melhor do quem viveu junto a Ele. Elas eram etnicamente judias, mas ideologicamente CRISTÃS.
    Editado por última vez por Azenilto Brito; https://www.foroadventista.org/member/5779-azenilto-brito en 23/06/17, 18:34:32. Razón: Texto modificado de 12 razões para 15 razões (a despeito do título).

  • #2
    [Conclusão do quadro anterior]

    *8a.) Porque no Concílio de Jerusalém, ante as alegações dos judaizantes quanto a regras legais de Israel, entre as coisas decididas de que os crentes gentios deviam abster-se (isto é, NÃO praticar), o sábado NÃO entra (Atos 15:20, 29).

    - Obs.: A ausência de regra CONTRA o sábado denota que não pairavam dúvidas a respeito e não foi objeto das discussões no concílio.

    *9a.) Porque Paulo dedicava-se a pregar a judeus e gentios nos sábados (Atos 17:2). Em Filipos, ONDE NÃO HAVIA SINAGOGA, “no dia de sábado” ele e seu grupo buscaram um local para um tempo de comunhão com Deus junto ao rio (Atos 16:13). O argumento de que todos os dias oravam não explica o fato de Lucas fazer questão de informar que todo o grupo o fez num sábado. Também Paulo ficou um ano e meio em Corinto pregando todos os sábados na sinagoga a judeus e gentios e nunca lhes disse que o sábado havia sido abolido, e agora a regra era, seja o domingo ou o diaqualquerismo/dianenhumismo (Atos 18:1-4, 11). Em Atos 25:8, o Apóstolo diz nada ter feito contra a lei judaica defendendo-se de acusadores judeus. Se fosse violador do sábado, logo levantariam isso contra ele.

    *10a.) Porque em Heb. 8:6-10, a passagem mais importante da Bíblia a tratar de mudança do Velho para o Novo Pacto, NADA é dito de que com a mudança de pactos o sábado fica de fora e, seja o domingo ou o dianenhumismo/diaqualquerismo/tododiaísmo, toma o seu lugar.

    - Obs.: Nem diz que Deus escreve nos corações a “lei de Cristo”, ou a “lei real”, ou a “lei do amor”, ou a “lei do Espírito”, mas as “Minhas leis” [de Deus]. Decerto isso tudo é nelas incorporado. Os aspectos prefigurativos não seriam escritos nos corações: Hebreus foi escrito quando o seu autor e seus leitores primários sabiam que o véu do Templo se rasgara de alto a baixo (Mat. 27:51). Heb. 8:6-10 repete Jer. 31:31-33, logo são as AS MESMAS leis de Deus do tempo do Profeta, excluídos os aspectos prefigurativos, cerimoniais.

    *11a.) Porque TODAS as Igrejas-mãe da cristandade (notem, T-O-D-A-S) ensinam oficialmente HÁ SÉCULOS (em seus documentos confessionais clássicos, históricos) que os 10 Mandamentos seguem normativos à Igreja em TODOS os seus preceitos (notem, T-O-D-O-S), tendo o sábado caráter MORAL e UNIVERSAL desde a CRIAÇÃO DO MUNDO. Batistas e presbiterianos até dizem ser da LEI NATURAL. Antes da Reforma, católicos e ortodoxos ensinavam basicamente o mesmo. Os assembleianos o confirmam em obras da sua editora, CPAD, (embora canhestramente todos esses tentem aplicá-lo ao domingo).

    - Obs.: Essas Igrejas todas ensinam também a “distinção” entre as leis—Moral (o Decálogo), Cerimonial e Civil, as duas últimas não mais aplicáveis aos cristãos.

    *12a.) Porque não só os cristãos ensinam há séculos que os 10 Mandamentos são a LEI MORAL de Deus, como expõem que os primeiros 4 preceitos tratam de nossos deveres para com Deus, e os 6 últimos, idem quanto ao próximo, como consta dos documentos confessionais de católicos, ortodoxos, luteranos, batistas, presbiterianos e anglicanos.

    - Obs.: Isso inspira a pergunta: “Por que sob o novo concerto nossa expressão de amor a Deus sobre todas as coisas se reduzirá de 4 para 3 preceitos?”

    *13a.) Porque além de nada haver de fim de sábado nas Escrituras, MUITO MENOS é dito que os Apóstolos adotaram o domingo em sua substituição. As “provas bíblicas” disso que amiúde se apresentavam nem são levadas mais a sério pela esmagadora maioria dos evangélicos/protestantes que na prática preferem crer que o princípio de dedicar um dia ao Senhor, que ao longo de séculos e milênios beneficiou homens e até animais de carga, foi abolido.

    - Obs.: As razões lógicas, práticas e espirituais para o fim de tal princípio simplesmente não são indicadas. . .

    *14a.) Porque a ciência comprova os benefícios físicos, mentais do sábado e os crentes sabem de seus benefícios espirituais. Todos precisam de um dia regular de descanso e refrigério espiritual por semana, sobretudo nesta época tão prenhe de fatores estressantes.

    - Obs.: Por que discriminaria Deus aos judeus tal bênção sendo que Ele “não faz acepção de pessoas” (Atos 10:34)?

    *15a.) Porque em Isa. 66:22, 23 é profetizado que até na Nova Terra, na qual “habita a justiça” (2a. Ped. 3:13), o sábado prosseguirá servindo como “memorial da criação” eternamente aos remidos.

    - Obs.: Não há nenhuma razão para a criação do céu, da Terra, do mar e de tudo quanto neles há deixe de ter o seu “memorial” honrando o Criador de todas as coisas por todos os séculos da eternidade. Davi lembra que as obras de Deus são “memoráveis” (Sal. 111:2-4). Inúmeras versões de Isa. 66:22, 23 trazem a expressão “cada sábado”, em vez de “de um sábado a outro”, como a reputadíssima tradução francesa de Louis Segond, a Pastoral católica e nossa Bíblia na Linguagem de Hoje.

    Editado por última vez por Azenilto Brito; https://www.foroadventista.org/member/5779-azenilto-brito en 23/06/17, 18:31:40.

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    • #3
      10 Pontos Dúbios Para os Neo-Antinomistas Explicarem, Por Favor. . .
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      10 Pontos Dúbios Para os Neo-Antinomistas Explicarem, Por Favor. . .
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      A Bíblia diz que devemos estar “sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Ped. 3:15), então, que tal nos explicarem os 10 pontos abaixo?
      .
      1o. - Os documentos confessionais mais representativos da Cristandade—nenhum deles desqualificado, descartado, desautorizado—prosseguem ensinando a validade e vigência dos 10 Mandamentos TODOS como normativos aos cristãos. Sendo ter surgido pelo fim do século XIX e início do XX a “nova luz” do neo-antinomismo dispensacionalista com suas teses de “lei abolida” e noções assemelhadas, não deviam iniciar seriamente uma campanha para que sejam alterados os termos desses documentos confessionais nesse ponto, a fim de que doravante ensinem que a regra básica de conduta cristã seria algo como uma “Regra de NOVE Mandamentos e UMA sugestão”, como claramente preferem interpretar?

      2o. - Sendo que historicamente os cristãos entendem que os 4 primeiros mandamentos do Decálogo referem-se a nossos deveres para com Deus, e os 6 últimos, idem quanto ao próximo (como consta dos documentos confessionais de luteranos, batistas, presbiterianos e anglicanos—o que tem por base o que o próprio Cristo declarou em Mat. 22:40, “destes dois mandamentos dependem TODA A LEI e os profetas”—por que, sob o Novo Concerto [Novo Testamento], nossa expressão de amor a Deus sobre todas as coisas deve reduzir-se de 4 para 3 preceitos?

      3o. - Quando e por que se descobriu que as conclusões científicas dos benefícios físicos, mentais e sociais da regra de um dia regular de descanso cada semana não se aplicam aos cristãos, que podem dispensar esse regime, trabalhando sem detença os sete dias semanais, não importa quanto dano isso cause a sua saúde física e mental, além dos evidentes prejuízos à vida familiar?

      4o. - Quando e por que se descobriu que os benefícios espirituais de se ter um dia completo por semana, dedicado a honrar a Deus e ter comunhão com membros da família de fé, não mais se aplicam ao nosso tempo, sendo ideia ultrapassada da Era Vitoriana, ou justificativas assemelhadas?

      5o. - Por que se utiliza a frase “debaixo da lei” como referindo-se à atitude de respeitar o preceito do sábado—o 4o. mandamento do Decálogo—mas tal frase nunca se aplica à atitude de respeitar qualquer outro dos preceitos do mesmo Decálogo?

      6o. - Por que se discrimina contra o preceito do sábado, rotulando-o como “judaico”, mas não preceitos tais como “não matarás”, “não furtarás”, “honra a teu pai e a tua mãe”, que fazem parte do mesmo Decálogo?

      7o. - Como gente que vive quase 2.000 anos depois de Cristo pode saber interpretar Suas palavras e atos quanto ao sábado como se houvesse uma intenção Dele em desqualificar tal preceito, quando Ele jamais disse isso objetivamente, além de que as santas mulheres que O seguiam tão de perto assim não interpretaram Suas palavras e atos, pois em seguida à Sua morte “no sábado repousaram segundo o mandamento” (Luc. 23:56)?

      8o. - Por que santificar um dia para o Senhor não constituiria um preceito de caráter MORAL e UNIVERSAL, mas santificar o Seu nome o seria? Se um espaço de tempo em si não tem nada de santo, em que isso difere de uma palavra em si, utilizada para definir a Deus?

      9o. Por que, se o domingo foi estabelecido como “memorial da Ressurreição” pelos apóstolos de Cristo, prega-se uma ideia ambígua, com a possibilidade de que qualquer dia sirva aos propósitos de dedicar um dia ao Senhor, em vez de se fixar o mesmo dia em que ocorreu dita ressurreição? Não denotaria isso falta de convicção de que o domingo tenha mesmo base bíblica? O que um “dia qualquer” celebraria?

      10o. Por que adotam uma forma de observância do suposto novo dia do Senhor de uma forma mais liberal, que permite ir ao Shopping ou ver o Faustão e o esporte pela TV, portanto fora dos moldes do que é estabelecido pelo 4o. mandamento, mesmo quando é ensinado ser cumprimento do mesmo? Que base bíblica há para se manter tal atitude mais 'light' quanto ao dia a ser dedicado ao Senhor?
      Editado por última vez por Azenilto Brito; https://www.foroadventista.org/member/5779-azenilto-brito en 09/04/17, 15:50:13.

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      • #4
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        Um Diálogo Interessante--Debatendo as Alianças

        .
        Certo conferencista adventista conta um incidente em que após ter feito uma palestra sobre o tema do sábado/domingo, foi abordado por três seminaristas de um Seminário Evangélico das proximidades. Um deles disse que ele os havia decepcionado falando em termos de um retorno à Velha Aliança, por ressaltar a guarda do sábado. . . Daí, vejam o breve diálogo que se seguiu, como narrado pelo conferencista:

        "Parece que vocês estudaram o assunto das alianças muito profundamente", sugeri aos três. "Oh, sim", afirmaram, "sabemos tudo sobre as alianças".

        "Bom", respondi. "Vocês sem dúvida sabem quando a Velha Aliança foi instituída". Um deles falou rapidamente: "Foi instituída no Monte Sinai".

        "E como foi ratificada?" perguntei. Sem um momento de hesitação, um deles respondeu: "Com a aspersão do sangue de um boi".

        "Muito bom", comentei, "e como foi a Nova Aliança ratificada?" Todos os três em coro responderam: "Pelo sangue de Jesus na cruz".

        Elogiei os jovens por seu conhecimento das Escrituras e pedi-lhes para me lerem dois versos de suas próprias Bíblias:
        .
        * "Irmãos, como homem falo. Um testamento, embora de homem, uma vez confirmado, ninguém o anula, nem lhe acrescenta coisa alguma". (Gál. 3:15).

        * "Pois onde há testamento, necessário é que intervenha a morte do testador. Porque um testamento não tem força senão pela morte, visto que nunca tem valor enquanto o testador vive". (Heb. 9:16, 17).


        Eles responderam ansiosamente ao convite, e leram os versos, comentando sobre cada um após a leitura.

        "Concordamos que a Nova Aliança não estava em vigor até que Cristo morreu e nada pode ser acrescentado ou retirado depois que Ele a ratificou na cruz", o porta-voz do grupo afirmou. Todos os três assentiram com a cabeça enfaticamente sobre este ponto.

        Eu disse: "Agora vocês devem responder a duas perguntas mais para mim. Eis a primeira, e devem pensar com cuidado para me darem a resposta correta: Quando é que começou a guarda do domingo?"

        Houve um momento de silêncio, e depois outro, e outro. Os rapazes se entreolharam, e então olharam para baixo, para os pés, a seguir de volta para mim. Gentilmente insisti numa resposta: "Certamente vocês podem me dar a resposta a esta pergunta, já que souberam todas as outras e as responderam corretamente. Quando e por que acham que as pessoas começaram a guardar o domingo?"

        Finalmente, um deles disse: "Guardamos o domingo em homenagem à ressurreição de Jesus".

        Eu disse: "Então devo pedir-lhes que respondam a minha última pergunta: Como poderia a guarda do domingo ser uma parte da Nova Aliança? Vocês acabaram de dizer que nada poderia ser adicionado depois da morte de Cristo. Ele morreu na sexta-feira e ressuscitou no domingo. Se o domingo foi adicionado depois que Jesus morreu, nunca poderia fazer parte da Nova Aliança, não é?"

        Os três jovens agitaram os pés e olharam ao redor impotentemente. Finalmente, um deles disse: "Vamos estudar isso e depois falamos com você mais tarde". Saíram então do auditório o mais rápido quanto puderam e posso garantir-lhes que nunca voltaram para falar mais sobre as alianças.
        Editado por última vez por Azenilto Brito; https://www.foroadventista.org/member/5779-azenilto-brito en 09/04/17, 15:53:03.

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        • #5

          UMA PERGUNTA VERDADEIRAMENTE TIRA-TEIMA

          Em vista do exposto no quadro anterior, creio que se aplicaria bem nossa pergunta tira-teima sobre o mesmo tema:
          .
          Onde é dito nas Escrituras que quando Deus escreve a Sua lei nas mentes e corações dos que aceitam os termos do Seu novo concerto (Novo Testamento), transferindo-a das frias tábuas de pedra para os corações aquecidos pela graça divina (ver 2 Cor. 3:2, 3, 6 e 7), Ele nesse processo

          a) deixa de fora o 4o. mandamento (do decálogo bíblico, não o do decálogo falsificado dos catecismos católicos)

          b) inclui o 4o. mandamento, mas transferindo a santidade do sétimo para o primeiro dia da semana?

          OU

          c) deixa a questão do dia de repouso como prática vaga, voluntária e variável, que tanto faz ser seguida literalmente como a Bíblia diz, no sétimo dia como Memorial da Criação, ou cada qual podendo escolher o tempo que mais lhe convier (ou a seu empregador) para dedicar a Deus.

          TAMBÉM:

          d) exclui as regras de restrições alimentares sobre carnes imundas?

          Textos básicos: Hebreus 8:6-10; Jeremias 31:31-33; Ezequiel 36:26, 27; Isaías 66:15-18.
          Editado por última vez por Azenilto Brito; https://www.foroadventista.org/member/5779-azenilto-brito en 09/04/17, 15:52:26.

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