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Fatos x ficção -- nossos esclarecimentos sobre o processo movido contra o cacp

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  • Fatos x ficção -- nossos esclarecimentos sobre o processo movido contra o cacp


    NOSSOS ESCLARECIMENTOS SOBRE O PROCESSO MOVIDO CONTRA O CACP

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    Aloha, amigos e irmãos, desde a ilha de Molokai, Havaí.

    Nosso objetivo neste tópico, que iremos compondo ao longo de um tempo (que não será muito longo), é apresentar “a outra face da moeda” diante dos “esclarecimentos” do diretor do CACP, por escrito e por áudio, a respeito de um processo judicial que nos vimos obrigados a levantar contra tal ministério apologético de suposta defesa da fé. Afinal, temos pleno e democrático direito de também apresentar os nossos, como, aliás, tem sido insistentemente cobrado por muita gente, bem ou mal-intencionadamente. Ele apresentou os seus “esclarecimentos”, tudo bem, só que faltando explicar realmente muuuuita coisa, como verão na nossa exposição.

    Vamos analisar todos os aspectos envolvidos e já disse e repito que haverá SURPRESAS. Infelizmente algumas pessoas se preocupam mais com passar uma imagem do que com a realidade dos fatos, muita fumaça para pouco fogo. Vamos demonstrar documentadamente que esse é o caso do diretor do CACP na sua abordagem da questão, em vista do resultado da decisão em “2ª. Instância” do referido processo, que ele explora de modo distorcido, tendencioso, como demonstraremos.

    Mas por falar em “esclarecimentos”, talvez seria boa ocasião para este cavalheiro nos esclarecer muitas outras coisas também importantes (aliás, importantíssimas), em vista de suas alegações de que defende a fé “uma vez por todas confiada aos santos”, passagem bíblica que gostam de citar como uma espécie de “lema” de seu ministério.

    Então, comecemos com o título de “pastor batista” que ele muito emprega. Já temos abordado essa questão em diferentes tópicos em debates do Facebook, mas vamos reiterar aqui o que temos ressaltado:

    Se alguém utiliza o nome de uma Igreja como sendo a sua qualificação como crente, especialmente no caso de um pastor, logicamente deve ser coerente com o que dita Igreja estabeleceu como correto entendimento bíblico, sobretudo quando isso se deu HÁ SÉCULOS. Do contrário, está utilizando ilegitimamente o nome dessa Igreja.

    Será que um pastor da Igreja Assembleia de Deus, por exemplo, pode, por sua conta, decidir junto com a sua congregação que devem passar a praticar a comunicação com os mortos, ensinar a reencarnação, ou utilizar estátuas de personagens bíblicos no seu templo e lhes prestar homenagem? Tenho certeza de que a liderança de tal corporação cristã repudiaria de imediato tais iniciativas e esse pastor e sua congregação seriam primeiro vigorosamente repreendidos e instados a abandonarem tais conceitos e práticas, do contrário seriam desligados da comunhão dos que se identificam com a denominação.

    Pois bem, vejam o documento oficial dos batistas, a sua Confissão de Fé Batista de 1689 (que corresponde à Confissão de Fé de Westminster, de 1647, dos presbiterianos, em capítulo de idêntica linguagem e número) e comparem com a teologia do pessoal do CACP. Constatarão como NÃO BATE nem um pouco.
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    CAPÍTULO 19 -- A LEI DE DEUS
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    1. Deus outorgou a Adão uma lei de obediência, que lhe inscreveu no coração; e também um preceito particular, o de não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Dessa maneira, Adão e toda sua posteridade ficaram compelidos a uma obediência pessoal, total, exata e perpétua, à lei. Deus prometeu vida como recompensa do cumprimento, e morte como castigo da quebra da lei, tendo dado ao homem o poder e a habilidade para guardá-la.

    2. A MESMA LEI QUE UMA VEZ FOI INSCRITA NO CORAÇÃO HUMANO CONTINUOU A SER UMA REGRA PERFEITA DE JUSTIÇA APÓS A QUEDA. E ESSA LEI FOI DADA POR DEUS SOBRE O MONTE SINAI E INSCRITA EM DUAS TÁBUAS DE PEDRA, NA FORMA DE DEZ MANDAMENTOS. Os quatro primeiros mandamentos contêm nossos deveres para com Deus, e, os outros seis mandamentos, nossos deveres para com os homens.

    3. Além desta lei, comumente chamada de lei moral, Deus houve por bem dar leis cerimoniais ao povo de Israel, contendo diversas ordenanças simbólicas: em parte, de adoração, prefigurando Cristo, as suas graças, suas ações, seus sofrimentos, e os benefícios que conferiu; e, em parte, estabelecendo várias instruções de deveres morais. As leis cerimoniais foram instituídas com vigência temporária, pois mais tarde seriam ab-rogadas por Jesus, o Messias e único Legislador, que, vindo no poder do Pai, cumpriu e revogou essas leis.


    “4. Deus também deu diversas leis judiciais ao povo de Israel, que expiraram juntamente com o antigo Estado de Israel e agora não possuem caráter obrigatório; são válidas, no entanto, como um padrão moral de equidade coletiva.

    “5. Para sempre a lei moral requer obediência de todos, tanto de pessoas justificadas quanto das demais. E isto não apenas por causa do assunto de que trata essa lei, mas, também, por causa da autoridade de Deus, o Criador, que a impôs. No evangelho, Cristo de modo nenhum dissolve a lei, antes confirma a sua obrigatoriedade.


    -- [Referências bíblicas não adicionadas para poupar espaço] – Destaques em maiúsculos meus.

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    Confiram agora o que o Catecismo Batista (que incrivelmente é desconhecido de muitos batistas, e até já me contestaram alegando que ao mencioná-lo, talvez eu esteja confundindo com a Igreja Católica, que tem o seu catecismo!) tem a nos dizer sobre o tema coberto na Confissão de Fé de 1689. Tal catecismo foi organizado por Charles H. Spurgeon, famosíssimo pastor, pregador e autor batista em 1855. Eis algumas das perguntas que tratam do tema da lei e do dia de repouso (não reproduzirei todas as passagens referenciadas no original para poupar espaço):
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    *40. Pergunta. O que Deus revelou ao homem como regra de obediência?

    - Resposta. A primeira regra que Deus revelou ao homem foi a lei moral, que deve ser obedecida e que está resumidamente compreendida nos dez mandamentos.

    *41. Pergunta. Em que se resume os dez mandamentos?

    - Resposta. Os dez mandamentos se resumem em amar ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu pensamento; e o teu próximo como a ti mesmo. . . .

    *49. Pergunta. Qual é o quarto mandamento?

    - Resposta. O quarto mandamento é: Êxodo 20:8-11. “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas tendas.”

    *50. Pergunta. O que se exige no quarto mandamento?

    - Resposta. O quarto mandamento exige que sejam reservados santos a Deus os tempos que Ele determinou em Sua Palavra, especialmente um dia completo dos sete, que deve ser um sábado santo a Ele. . . .

    *51. Pergunta. Como se deve santificar o sábado?

    - Resposta. O dia do Senhor deve ser santificado através de um descanso santo do dia inteiro, até mesmo de trabalhos e divertimentos mundanos que são certos nos outros dias, e passar o tempo inteiro em adoração pública ou particular a Deus, exceto nas obras necessárias de caridade..
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    Diante dessas claras posições doutrinárias oficiais dos batistas, que esclarecimentos tem o diretor do CACP em vista do que alega ser (pastor batista), quanto ao que realmente ensina e se verifica no site do ministério que dirige? Seria o primeiro dentre vários “esclarecimentos” que ele poderia nos prestar e que ajudará a entender a razão de dizermos que ele está se valendo de fantasias e fugindo dos fatos no que alegou, tanto no conciso texto do site do CACP quanto no áudio que foi divulgado em debates no WhatsApp, mais detalhado, que, porém, chega a ser CHOCANTE pelas distorções e mentiras deslavadas que apresenta. Tudo isso iremos analisar mais adiante.

    Mas para uma complementação necessária de como o ministério CACP se caracteriza por INCOMPETÊNCIA EXEGÉTICA e pura e simples DESONESTIDADE INTELECTUAL, não deixem de conferir também o que apresentamos na nossa exposição abaixo que é bem mais curta do que os 15 segmentos do vice-diretor do CACP em sua análise do que os que compuseram o livreto “O Despertar de Um Mandamento” (que eu integrei) produziram:
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    - CONTRASTE ENTRE UMA TEOLOGIA DEFORMADA E A TEOLOGIA REFORMADA— RESPONDENDO À ‘RESPOSTA’ DO CACP AO E-BOOK “O DESPERTAR DE UM MANDAMENTO”:
    https://www.facebook.com/azenilto.br...55483846254824
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    Certo batista que usa como nome Zeca Bandeira e que diz que me admira e até me elogia como apologista, embora alegando que não concorda com minhas posições, abriu um grupo de WhatsApp intitulado “Adventismo em Debate”. Pois bem, passei a participar lá tentando levar esclarecimentos, mas infelizmente a maioria não está interessada em análises profundas de nada. São raros os debatedores que realmente se interessam em reais ESCLARECIMENTOS. O grupo virou um “saco de pancadas” contra o adventismo, só ataques impiedosos, principalmente de certo DESIGREJADO. Aliás, não sei por que cargas d’água os DESIGREJADOS, que desprezam TODAS AS IGREJAS (pois não querem compromisso com nenhuma), em geral só se dedicam a atacar preferentemente a Igreja Adventista. Por que será?!

    Mas, enfim, o batista Zeca Bandeira alega que os adventistas não podem ser considerados uma legítima igreja cristã, sendo uma “seita” (o que é a mesma posição do CACP) por não preencher os requisitos das cinco SOLAS da Reforma Protestante. Estamos, porém, mostrando para ele que isso não é verdade, o que servirá também para o pessoal do CACP que mantém idêntica posição.

    Aqui vamos mostrar que ao contrário do que ele e muitos outros pensam, os adventistas são os que preservam A MAIS LEGÍTIMA TRADIÇÃO PROTESTANTE/EVANGÉLICA em, pelo menos, CINCO pontos, segundo os documentos oficiais clássicos, históricos das diferentes Igrejas que se identificam com o Movimento Reformado. Aliás, no outro segmento, Fato X Ficção – I, já tratamos em parte disso mencionando os documentos de batistas e presbiterianos.

    Agora, vejam como temos abordado isso em debates no Facebook:
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    O CONSENSO DAS VÁRIAS IGREJAS REFORMADAS EM CONTRASTE COM AS TEOLOGIAS DEFORMADAS DE TEMPOS POSTERIORES
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    Se os seus conceitos teológicos não se enquadram nestes pontos do CONSENSO do pensamento cristão protestante/evangélico, então está na CONTRAMÃO do ensino bíblico, acatando teologias de origens discutíveis e perigosas. Eis tal consenso:

    a) Os Dez Mandamentos seguem sendo normativos aos cristãos em todos os seus preceitos, como Lei Moral de Deus;

    b) O Decálogo se contrasta com as leis Cerimonial e Civil, as duas últimas não mais aplicáveis à Igreja.

    c) O princípio do dia de repouso foi estabelecido na criação do mundo.

    - Obs.: Os pentecostais mais recentemente, em obras das editoras Betânia (como pelo autor Harold Brokke) e CPAD, vieram a público confirmando essa postura (que é o CONSENSO do pensamento DE SÉCULOS das várias Igrejas-mãe da cristandade protestante--Luterana, Presbiteriana, Batista, Metodista, Congregacional, Anglicana)

    d) Faz parte da mais legítima tradição cristã que os 4 primeiros mandamentos tratam de nossos deveres para com Deus, e os 6 últimos, idem para com o próximo. É como consta HÁ SÉCULOS dos documentos confessionais dos luteranos, batistas, presbiterianos e anglicanos. Antes da Reforma Protestante isso já era basicamente assim definido por católicos e ortodoxos.

    Então, os que pregam essa falsa doutrina de “dianenhumismo”, que seria uma teologia DEFORMADA, não REFORMADA, na verdade não estão expressando nem amor pelo movimento da Reforma Protestante nem, o que é pior, amor a Deus de todo o coração, já que uma das expressões desse amor fica faltando--a dedicação de todo um dia de 24 horas ao Senhor na semana. Será que Ele não merece isso de nossa parte?

    E se querem ver qual é a Igreja que mantém a tradição interpretativa protestante mais legítima em pelo menos CINCO PONTOS, vejam como este vídeo esclarece a questão (o vídeo apresenta pequenos problemas de som nos primeiros minutos, mas permite perfeitamente que se acompanhe a questão até o fim): https://www.youtube.com/watch?v=r6DWtQstt2g
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    Isto posto, vamos analisar a questão das CINCO SOLAS—“Sola Scriptura”, “Sola Gratia”, “Sola Fide”, “Solo Christo”, “Solo Dei Gloria” e como os adventistas e sua mensagem se enquadram plenamente em tais conceitos:

    • ‘Sola Scriptura'

    A objeção quanto a isso é por se alegar que os adventistas têm uma espécie de segunda Bíblia, que seriam os escritos da Sra. Ellen G. White, o que, porém, não é verdade. Mas esse falso conceito procede de declarações de gente que distorce os nossos ensinos.

    No Brasil, um falso teólogo, chamado Natanael Rinaldi, é um dos grandes responsáveis por tal distorção dos fatos. Ele já é falecido e esclareço que tratamos com ele em debates ‘mano-a-mano’—diretos—e lhe dissemos diretamente que o seu ministério se caracterizava por INCOMPETÊNCIA e DESONESTIDADE muito antes de ele vir a falecer. Assim, não me venham dizer que estou explorando o fato de ele não estar mais vivo e falar pelas suas “costas”, o que seria mais uma falsidade dentre tantas que se levantam por aí contra a minha pessoa e a minha Igreja. Aliás, mais adiante verão que "pelas costas" é como ele agiu comigo ao iniciar a sua campanha de difamação contra mim com apoio integral de seus aliados do CACP.

    E já que estamos nessa preocupação de esclarecimentos, vejam o que temos postado a respeito dessa falsa alegação antiadventista pelo cavalheiro que foi o grande incentivador e colaborador (e até financiador, como soubemos) do site do CACP:
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    DESONESTIDADE DENUNCIADA
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    Natanael Rinaldi é tremendamente DESONESTO em tomar trechinhos de nossa literatura e distorcer o sentido do que o autor quis dizer. Tanto que há não muito tempo enviei para o pastor e apologista batista Paulo Sérgio Batista, a cópia do artigo completo da “Revista Adventista” de fevereiro de 1984, citada acima, onde ele pôde perceber essa tremenda DESONESTIDADE levantada por Rinaldi.

    Pois NO PRÓPRIO PARÁGRAFO SEGUINTE já é esclarecido o que o articulista quis dizer. Gente, é impossível que Rinaldi não tivesse lido os parágrafos seguintes, pois se ele é pesquisador sério de trechos, tomará o cuidado de ler o que vem antes e o que vem depois.

    Pois bem, vejam em seguida o que REALMENTE o artigo declara:

    TRECHINHO COPIADO E DIVULGADO AOS QUATRO VENTOS PELOS DESONESTÍSSIMOS “PESQUISADORES” ANTIADVENTISTAS:

    ”Negamos que:

    ”1. A qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas. <<<

    CONTINUAÇÃO DO ARTIGO DA REVISTA ADVENTISTA DE FEV/84, págs. 37 e 38 (desonestamente omitido):

    [NEGAMOS QUE. . .]

    “2. Os escritos de Ellen White sirvam como autoridade final e fundamento da fé cristã, o que é atribuição exclusiva das Escrituras Sagradas.

    “3. Os escritos de Ellen White sejam uma adição ao cânon sagrado.

    “4. Os escritos de Ellen White possam ser usados como base para o estabelecimento de doutrinas.

    “5. O estudo dos escritos de Ellen White devam tomar o lugar do estudo da Bíblia.

    “6. As Escrituras Sagradas possam apenas ser compreendidas através dos escritos de Ellen White.

    “7. Os escritos de Ellen White esgotem todo o significado das Escrituras Sagradas.

    “8. Os escritos de Ellen White sejam essenciais para a pregação das verdades das Escrituras ao povo em geral.

    “9. Os escritos de Ellen White sejam produto de mera piedade cristã.

    “10. O uso de fontes literárias e de assistentes feito por Ellen White, anule a inspiração de seus escritos.

    “Concluímos, portanto, que o correto entendimento da autoridade e inspiração dos escritos de Ellen White evitará dois posicionamentos extremos:

    “1. Atribuir a esses escritos nível canônico semelhante ao das Sagradas Escrituras, ou

    “2. Considerá-los como literatura cristã corrente e comum”.
    .
    Pronto, gente, aí está o DESMASCARAMENTO DA MENTIRA E DA DISTORÇÃO. Quem desejar a reprodução completa do artigo, em arquivo PDF, basta confirmar-nos tal interesse que enviaremos em anexo de um e-mail de resposta. Basta confirmar interesse pelo e-mail azenilto@gmail.com

    Sem falar que basta examinar o documento confessional OFICIAL da Igreja Adventista, “Nisto Cremos”, para ver como não se reflete em tal documento qualquer ideia contrária aos vários parágrafos omitidos pelo desonesto compilador.

    Se quem divulga este trecho comprovadamente distorcido do contexto, for mesmo um amante da verdade, terá a OBRIGAÇÃO MORAL de desfazer esse FALSO TESTEMUNHO que contribui para dar sobre o pensamento dos adventistas, já que ficou esclarecido este ponto.

    Creio sinceramente que muitos que alegam essas coisas sobre Ellen White ser a “segunda Bíblia” dos adventistas, ou alegações semelhantes, DESCONHECEM esse contexto claro, que DESFAZ a mentirada montada em torno desse trechinho pinçado do contexto.

    Mas também sei que haverá os que, a despeito de toda essa riqueza de informação, preferirão prosseguir espalhando a MENTIRA. Como em geral são da linha do dispensacionalismo dianenhumista, que prega a “abolição da lei”, talvez não se preocupem tanto com o preceito “não dirás falso testemunho contra o teu próximo” pois, afinal de contas, se a lei foi abolida. . .

    O que o documento começa dizendo é que a inspiração da Sra. White e da Bíblia são idênticas, NO QUE SE REFERE AO FATOR DE DEUS VALER-SE DE PROFETAS para transmitir Sua mensagem.

    Uma vez que nas Igrejas pentecostais há tantos profetas, e são tidos como iluminados por Deus na mesma base que Ele iluminava homens e mulheres no passado como profetas e profetisas, a declaração do artigo da “Revista Adventista” tem esse exato sentido, no parágrafo 1.

    Os demais parágrafos mostram como não temos os escritos de Ellen White, apesar de reconhecê-la como inspirada por Deus, na conta de uma segunda Bíblia, ou a palavra final sobre doutrinas.

    E quando se examina o que diz o “Nisto Cremos”, que expressa o PENSAMENTO OFICIAL de doutrinas dos adventistas, isso se torna por demais claro:

    O Que os Adventistas do Sétimo dia Creem

    “Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. Pode haver revisões destas declarações numa assembléia da Associação Geral, quando a Igreja é levada pelo Espírito Santo a uma compreensão mais completa da verdade bíblica ou encontra melhor linguagem para expressar os ensinos da Santa Palavra de Deus.

    “1. As Escrituras Sagradas:

    “As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para salvação.

    “As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua vontade. Constituem o padrão de caráter, a prova de experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus em História. (2 Pedro 1:20, 21; 2 Tim. 3:16, 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5, 6; Isa. 8:20; João 17:17; 1 Tess. 2:13; Heb. 4:12.)”

    E eis o que diz o artigo 18, com destaque meu para realçar o que distorcem por aí (ou omitem desonestamente):

    “18. O Dom de Profecia:

    “Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. ELES TAMBÉM TORNAM CLARO QUE A BÍBLIA É A NORMA PELA QUAL DEVE SER PROVADO TODO O ENSINO E EXPERIÊNCIA. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apo. 12-17; 19:10)”. [Destaque em maiúsculas meu].

    Pois bem, em nosso último diálogo sobre esta questão, o batista Zeca Bandeira insistiu em que o que diz o primeiro parágrafo é CLARÍSSIMO de que consideramos, sim, os escritos da Sra. White como em pé de igualdade com a Bíblia. Nesta mesma base eu posso também teimar, teimar, teimar que Paulo em 1 Tes. 4:16 está ensinando salvação POR TER ZELO PELA DOUTRINA! É honesta uma atitude dessas?!

    Com isso ele,

    a) desconsidera totalmente, por puro preconceito, todos os demais parágrafos enumerados após o primeiro em que este é plenamente explicado;

    b) desconsidera totalmente o DOCUMENTO DE CRENÇAS OFICIAIS dos adventistas, “Nisto Cremos”, que tem muuuuito mais peso do que um mero parágrafo de um artigo de publicação adventista, já que tal documento é o que expressa clara e indiscutivelmente as doutrinas da Igreja, conforme aprovadas em assembleia mundial, por delegados representativos de toda a comunidade adventista do planeta. E tal documento, tanto na sua introdução como no seu 1º. item, confirma que “a Bíblia e a Bíblia só é o fundamento de nossa fé e práticas como cristãos.

    c) desconsidera declarações da própria Sra. White que repetidamente reitera esse fundamento de nossa fé, como nos exemplos seguintes:
    .
    “Eu lhe recomendo, caro leitor, a Palavra de Deus como regra de fé e prática. Por essa Palavra devemos ser julgados”. -- Primeiros Escritos, p. 78.

    “O Espírito não foi dado, nem nunca poderá ser concedido, para suplantar a Bíblia, pois as Escrituras explicitamente declaram que a Palavra de Deus é o padrão pelo qual todo ensino e experiência deve ser testado”. --”O Grande Conflito”, Introdução, p. vii.

    “Pouca atenção é dedicada à Bíblia, e o Senhor concedeu uma luz menor que conduz homens e mulheres à luz maior”.-- The Review and Herald, 20 de janeiro de 1903.

    “A Bíblia e a Bíblia só, deve ser nosso credo, o único elo de união; todos quantos se inclinarem a esta Santa Palavra estarão em harmonia. Nossas próprias opiniões e idéias não devem controlar nossos esforços. O homem é falível, mas a Palavra de Deus é infalível. . . . Ergamos a bandeira na qual está inscrita, A Bíblia, nossa regra de fé e disciplina”. -- Mensagens Escolhidas, Liv I, p. 416.

    “Com respeito a infalibilidade, nunca a reivindiquei; Deus somente é infalível. Sua palavra é a verdade, e Nele não há variação, nem sombra de mudança”. -- Mensagens Escolhidas, Liv I, p. 37.

    Conclusão: ainda que fosse verdade que a autoridade final de doutrina e prática adventista sejam os escritos de Ellen G. White, eles terminam remetendo a pessoa à Bíblia! Então, não há por onde escapar: A Bíblia tem que ser mesmo o fundamento da fé adventista, mesmo quando os opositores distorçam nossas posições.
    .
    Pois bem, sobre as demais “solas” históricas da Teologia Reformada, “Sola Fide”, “Sola Gratia”, “Solo Christo”, “Soli Dei Gratia”, os adventistas preenchem plenamente tais critérios. Basta citar os parágrafos 9, 10 e 19 do mesmo documento “Nisto Cremos” que isso se tornará por demais evidente—a cristocentralidade de nossa mensagem e a convicção de ser a salvação inteiramente pela graça divina, NÃO PELAS OBRAS DA LEI:
    Last edited by Azenilto Brito; 17-Feb-2018, 06:16 PM.

  • #2

    [Continuação do quadro anterior]
    .
    * O QUE REALMENTE ENSINAM OS ADVENTISTAS SOBRE OS MEIOS DE SALVAÇÃO E A CENTRALIDADE DE CRISTO NESSE PROCESSO, BEM COMO O PAPEL DA LEI NA VIDA CRISTÃ *

    9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo:

    Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra. . . .

    10. A Experiência da Salvação:

    Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no Juízo. . . .

    19. A Lei de Deus:

    Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão. [Textos bíblicos para cada parágrafo não transcritos para poupar espaço]


    .
    Finalmente, o “Soli Dei Gloria” é expresso magnificamente pelos adventistas com a própria observância do sábado. É o dia em que os adventistas honram ao criador e Suas obras que, diz o salmista, são dignas de serem lembradas (Sal. 111:2-4). Aliás, o próprio Logotipo da Igreja Adventista do Sétimo Dia ressalta isso, pois apresenta os 3 anjos de Apocalipse 14:6-14 cuja mensagem inicial ressalta esse fato: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, porque vinda é a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, a Terra, o mar e as fontes das águas”.

    Basta comparar tais dizeres com o de Êxo. 20:8-11 para se perceber como esta mensagem do fim dos tempos tem tudo que ver com a promoção desse negligenciado preceito bíblico. É uma complementação necessária à obra iniciada pelos Reformadores do séc. XVI, que deviam ter avançado mais do que ocorreu. O próprio Lutero dizia que ecclesia reformata, semper reformanda—a Igreja Reformada devia estar sempre avançando na reforma. Pena que tal ideal não foi seguido pelo próprio Lutero, que terminou prendendo-se a conceitos particulares sem abertura a ideias que lhe parecessem por demais novas. tanto que na própria discussão dos 10 Mandamentos, em seu “Catecismo Menor”, ele expressa o “Santifique o dia de descanso” como TERCEIRO e não QUARTO Mandamento, pois seguia a enumeração do Decálogo segundo o catecismo da Igreja Católica.

    Então, o diretor do CACP está tendo estes importantes esclarecimentos, daí não tem desculpas de manter a posição em seu site de que devemos ser considerados seita. Lembrando que ele e seus companheiros ali são PENTECOSTAIS. Ora, sabe-se que esses sempre foram considerados sectários pelos cristãos conservadores, históricos. Quando muito são TOLERADOS pelos demais religiosos protestantes, como dizia um pastor presbiteriano que usava o pseudônimo de Servo em discussões do “Fórum Presbiteriano”, alguns anos atrás:
    .
    “Irmão Geraldo, aconselho-te o que os Bereanos fizeram com o Apostolo Paulo, ver se esta em acordo com as escrituras. O livro texto que me foi sugerido quando fiz o Bacharelado em Teologia no SPN, foi 'SEITAS E HERESIAS', para mim o livro era uma verdadeira heresia, pois as inverdades nele descritos eram absurdas. A conclusão a que cheguei foi que o autor não fez uma pesquisa e sim escreveu o que ouviu falar e simplesmente opinou o que ele achava, sem pesquisar os grupos religiosos e tão pouco analisar os pontos doutrinários dos mesmos a luz das Escrituras, isto é desonesto e muita gente esta fazendo o mesmo.

    “Desde este momento passei a ter mais cuidado com o que ouvia e lia, sempre analisando à luz das Escrituras, ouvindo e lendo pessoas sérias, e hoje tenho minha própria conclusão à luz da Palavra de Deus, quando tenho dúvidas, tenho cuidado em expressar o que penso, não que não opino, mas com cuidado e respeito para não cometer 'HERESIAS'.

    “Igreja Assembleia de Deus no seu início foi considerada pelos 'evangélicos' como uma seita diabólica somente por que provocou uma saída enorme de membros das igrejas para a AD, a IPB não expressou sua opinião oficial naquele momento, e hoje não nos arrependemos disto.

    “A pergunta é, o que é uma seita? O que é uma religião? O conceito pode ser definido de acordo com os interesses e até preconceitos de quem os define. Do ponto de vista sociológico podemos dizer que uma seita é caracterizada pela inconstância dos seus pontos doutrinários e dogmáticos, exemplo, os 'Testemunhas de Jeová' no seu inicio afirmavam com base “escatológica” em apocalipse, que 144 mil era o numero dos que seriam salvos, sendo esta a sua meta, quando ultrapassaram este numero de membros, eles tiveram que mudar, 144 mil agora é o numero dos salvos 'especiais'. Outro exemplo é o dos mórmons, no seu inicio uma das doutrinas era que tanto o negro como a mulher não tinham alma, portando não teriam a 'vida eterna', e para que as mulheres fossem 'salvas' estas só seriam casando com homens 'salvos', para isto defendiam a poligamia, e hoje a Igreja dos Santos dos Últimos Dias no Brasil, esta repleta de negros e mulheres. . .".


    ..
    Uma passagem bíblica muito relevante para o que trataremos agora é Tito 3:2—“Não infameis [difameis] homem nenhum”. Vejam que o texto não fala para não difamar irmãos da igreja, pessoas de sua vizinhança, parentes, etc. HOMEM NENHUM, é a linguagem clara do mandamento (não mera sugestão) do apóstolo Paulo, inspirado por Deus.

    Mostramos parágrafos acima como o “teólogo” Natanael Rinaldi, mentor e até financiador do ministério de suposta defesa da fé do CACP, corrompe de modo até chocante, sobretudo para quem se intitula pastor assembleiano, um artigo da “Revista Adventista” de fevereiro de 1984. Fotocópias das págs. 37 e 38 da revista podem ser-nos solicitadas pelo meu inbox ou e-mail <profazenilto@hotmail.com>.

    No referido tópico comentamos a forma desonesta em que ele toma SOMENTE o primeiro parágrafo de dito artigo, enquanto omite todos os 9 ou 10 seguintes que esclarecem o sentido do primeiro—nossa real posição sobre o papel da Sra. Ellen G. White como orientadora dirigida por Deus para a Sua Igreja, cujos escritos não são considerados canônicos pelos adventistas, não se equiparam aos escritos inspirados da Bíblia, é ressaltada documentadamente, como confirmado pelo documento de crenças adventistas, “Nisto Cremos”, e por declarações da própria Ellen White, insistindo em que “a Bíblia e a Bíblia só” seja o lema de fé e prática dos adventistas do sétimo dia.

    • O Caso Jeanine Sautron

    Mas fiquei novamente muito chocado quando vi que Rinaldi gravou um vídeo (e deve ter sido o seu último, pois não muito depois veio a falecer) falando de uma suposta segunda profetisa adventista, chamada Jeanine Sautron. Ocorre que ISSO NÃO EXISTE. Simplesmente nunca houve tal coisa. A referida senhora dirigiu um movimento, uns 20 anos atrás, em que pretendia ser uma profetisa a ser acatada pelos adventistas, mas JAMAIS suas pretensões foram aceitas por teimar com ideias errôneas, extremismo, teorias conspiratórias sem nexo e outras atitudes contrárias aos princípios da IASD. Ela foi devidamente DESLIGADA da Igreja, assim, nem membro da IASD era. Vi ainda outro vídeo do discípulo de Rinaldi, o diretor do CACP, o “pastor batista” João F. Martinez, sobre o mesmo tema, repetindo a mesma metodologia enganosa de comentar coisas inexistentes como se o fossem.

    Aliás, é interessante que a Sra. Sautron tem DUAS FASES em sua experiência, como explico num documento que preparei a respeito de seu ministério (para o que traduzi parte do seu material a fim de tornar conhecido o seu conteúdo, mas as distorções e insinuações maliciosas a respeito desse meu trabalho também são evidentes, o que, partindo de quem parte, não causa admiração). Antes de ter as suas pretensões rejeitadas pela liderança da Igreja, a Sra. Sautron (cheia de teorias de conspiração) esperava ser aceita em suas reivindicações proféticas e tecia rasgados elogios à Igreja e à sua liderança. Quando foi decidido que não era profetisa de Deus coisa nenhuma, ela “virou onça”, como se diz, e daí partiu para ataques virulentos contra aqueles que antes tanto “badalava”. A mudança de atitudes é realmente radical.

    O que fazem tanto Rinaldi quanto João F. Martinez? OMITEM totalmente a primeira fase de quando ela elogiava a Igreja e seus líderes e demoram-se em seus respectivos vídeos a comentar com grande estardalhaço coisas ditas por ela na segunda fase—lendo trechos de seus ataques implacáveis à liderança dos adventistas. Agora, eu pergunto—ACHAM QUE ISSO É HONESTO? Repito noutros termos—ACHAM QUE ISSO É DE DEUS? Que “defesa da fé” é essa, à base de distorções e omissões de fatos “inconvenientes”?

    • O testemunho da ex-adventista que é mantido—de uma atual muçulmana (também ex-católica e ex-presbiteriana)

    Distorções desse tipo não se limitam ao caso Sautron. Vejam como no site do CACP apresentam o testemunho de uma ex-adventista chamada Juliana Fragetti Ribeiro (http://www.cacp.org.br/entrevista-concedida-pela-ex.../). Ela saiu da IASD e se uniu aos presbiterianos. Contudo, não parece ter-se inspirado muito com as teses calvinistas (mais adiante atacadas por J. F. Martinez num livro que lançou contra a predestinação) e terminou retornando à religião de sua infância—o catolicismo romano. Mas não se tornou uma católica comum, e sim uma militante do catolicismo, com artigos e estudos e sugestões de atividades da Igreja Católica. Eis onde ela conta a sua experiência de conversão ao catolicismo: http://www.veritatis.com.br/juliana-...-ribeiro-lima/

    Assim, o “trunfo” com que apresentam a sua conversão terminou numa situação deveras ambígua: a doutrina presbiteriana não parece ser tão bem acolhida por quem escreve mais tarde um livro condenando-a em seu aspecto mais notório, as teses presdestinistas, e a não permanência dela no meio evangélico presbiteriano, já que preferiu aderir ao catolicismo.

    Mas o mais incrível é o que descobri ao pesquisar mais a respeito dessa estranha senhora. Ela agora é MUÇULMANA! Declara o seu repúdio à fé cristã totalmente e, sem dar muitos detalhes, mostra que adotou a linha de pensamento islamita, num site com fundo de motivo islamita (sob um texto em árabe, possivelmente do Corão). E, novamente, não se tornou uma islamitazinha qualquer, mas uma militante da causa muçulmana, com explicações e mais explicações sobre a sua nova fé. A data de sua declaração de repúdio ao cristianismo é de 30 de março de 2017: É ver para crer: https://jumuslimah.blog/2017/03/30/ [Obs.: Posteriormente notamos que ela tornou sua página inacessível. Infelizmente não fizemos um 'print' do seu texto de repúdio à fé cristã em dita página].

    Contudo, a entrevista triunfalista com ela é mantida HÁ ANOS, a despeito de ela há muito ter-se tornado católica-romana, atualmente, militante do Islã. Mas ISSO NÃO PREOCUPA NEM UM POUCO o pessoal do CACP que mantém o seu “testemunho” porque diz coisas negativas contra a IASD, sem contar ao “respeitável público” esses detalhes de sua experiência religiosa. Acham que essa atitude omissa é honesta?

    E acham que eles não sabiam do caso? Claro que sabiam, tinham sido informados por diversas fontes sobre a situação dessa ex-adventista tornada presbiteriana, por fim católica-romana. Talvez não saibam de sua atual condição como muçulmana, mas nunca deram UM PIO a respeito de não mais ser evangélica!

    • Difamação, distorções e deficiência exegética

    A passagem citada acima é um preceito claro, não uma sugestão—“Não infameis [difameis] homem nenhum”. Então, porque iniciei um processo contra o CACP? Por desrespeitarem exatamente este preceito bíblico, e HÁ ANOS, embora aleguem bater-se pela “fé uma vez por todas confiada aos santos”. Só que dessa fé confiada aos santos consta o livro inspirado de Tito com essa clara instrução! Vejam aí mais incoerência.

    Além de um texto conciso e de linguagem ambígua pelo seu diretor, no site do CACP de “esclarecimentos” sobre o processo que levantei contra tal instituição, e do qual teriam sido inocentados quantos à queixa levantada por mim, num áudio produzido pelo “pastor batista” João F. Martinez—que circulou entre alguns grupos de WhatsApp a que eu pertenço—ele apresenta alegações totalmente distorcidas das razões de eu ter iniciado tal processo. E ainda faz questão de levantar uma insinuação com claras intenções difamatórias.

    Chamando-me de “teólogo” (o que não corresponde à verdade pois não tenho nenhum doutoramento em Teologia, apenas um bacharelado nesse campo de estudo, além de bacharelado em Jornalismo e um mestrado obtido em universidade americana, mas noutra área não ligada a estudos teológicos) diz que eu teria levantado o processo por ter ficado irado por eles terem se referido a mim como “recasado”, sendo que isso teria causado um “embaraço” à IASD ao eu ser ordenado como ancião, quando regulamentos da Igreja proibiriam tal coisa—alguém que teve mais de um casamento ser nomeado para tal cargo numa congregação.

    O engraçado é que NÃO EXISTE TAL REGULAMENTO. Podem examinar todo o “Manual da Igreja Adventista” que não encontrarão nada disso (ver págs. 71 a 78) (http://depinstitucional.s3.amazonaws.com/pt/adventistas.org-manual-da-igreja-2015.pdf). Apenas na parte inicial dos cargos para oficiais da igreja são citadas as passagens de 1 Tim 3:2-13 (ver também Tito 1:5-11; 2:1, 7, 8) que diz que tanto um presbítero quanto um diácono deve ser esposo de uma só mulher.

    O que vemos aí é um exercício em ‘eisegese’, numa clara deficiência em devida exegese bíblica, o que, partindo de quem parte, não causa também admiração. O texto NÃO DIZ que quem já foi casado uma vez (como no caso de um viúvo que resolva contrair novas núpcias mais tarde em sua vida) fica impedido de ser ordenado como ancião e sim que NÃO DEVE TER MAIS DE UMA ESPOSA CONCOMITANTEMENTE, NÃO SEQUENCIALMENTE, claramente numa situação de POLIGAMIA!

    Gente, isso é tão claro e evidente, mas esse “pastor batista” não revela capacidade de entender o sentido do texto! Eis um breve comentário a respeito de tal texto de João Wesley que ilustra o pensamento dominante entre outros comentaristas bíblicos clássicos (como de Albert Barnes, Adam Clarke, John Gill, etc.): “Marido de uma esposa—Isso não significa que um bispo deve ser casado, nem que não se case com uma segunda esposa; o que é tão legal para ele fazê-lo quanto casar-se com uma primeira em que pode, em alguns casos, ser o seu compromisso devido”. Essa interpretação é confirmada pelo erudito metodista Adam Clarke: “Deveria ser um homem casado, mas não polígamo; e ter apenas uma esposa, ou seja, uma por vez. Isso não significa que, se ele tenha sido casado, e sua esposa morra, nunca deveria casar com outra” (antologia de comentaristas bíblicos clássicos do site e-sword.net).

    Antes de passarmos a qualquer consideração adicional, quero deixar público e notório, que a despeito da clara tentativa de macularem minha honra, EU NÃO TENHO NENHUMA IRREGULARIDADE CONJUGAL, graças a Deus, graças a Deus, graças a Deus. O próprio fato de novo casamento que tive está em perfeita harmonia com o que o próprio site do CACP indica como critérios que justificariam tal ação. E isso tudo constou documentadamente dos autos do processo, assim tal fato é de TOTAL CONHECIMENTO de seus diretores, com o que as intenções malévolas de passaram imagem negativa a meu respeito nesse campo (como em vários outros) é parte do conjunto de distorções, meia-verdades e completas mentiras desse caso todo.

    • Tito 3:2 sistematicamente ignorado

    Mas voltando ao caso Sautron, e voltando ao texto básico de Tito 3:2, a questão em última instância NÃO É que o pessoal do CACP tenha sido INOCENTADO de qualquer acusação de DIFAMAÇÃO. Isso não se passou na decisão de 2ª. instância, e explicaremos em maiores detalhes mais adiante o que se deu realmente.

    Não poderia mesmo haver tal ABSOLVIÇÃO de uma acusação real, pois qualquer um pode constatar agora mesmo num artigo de clara e direta DIFAMAÇÃO a minha pessoa pelo falecido Natanael Rinaldi no site do CACP. E o caso “Sautron”, que já mostramos como é desonestamente explorado, torna-se fonte dessas prática difamatória por quem já mostramos ser indigno de confiança—o mesmo cidadão que distorce o sentido do artigo da “Revista Adventista”, tomando somente o 1º. parágrafo e omitindo todos os demais do artigo que explica perfeitamente o sentido desse primeiro. Então, um indivíduo tão claramente DESONESTO em sua abordagem de um material de publicação adventista pode merecer crédito quando me acusa de tantas coisa sem apresentar NENHUMA PROVA?! (ver http://www.cacp.org.br/arroubos-de-u...sor-do-sabado/)

    Outros artigos e comentários, sobretudo de um ex-colaborador que atuou como Webmaster, chamado Dalton Gerth, foram depois retirados, como um altamente ofensivo que tinha por título “O Apologista recasado dos Adventistas do 7º Dia” (que retiraram correndo logo que souberam do processo), bem como outro intitulado “Lobos na Internet – Adventistas Agem de Má-Fé pra Enganar Evangélicos”, que ainda foi mantido por um tempo, sendo que eu era o pior dos “lobos” referidos.

    O que se deu é que eu cansei de apelar a moderadores do Orkurt para eliminarem a reprodução ou refenciação a tais artigos quando enfrentava opositores de ideias que defendia, indivíduos que não tendo meios de analisar as coisas no campo das ideias, partiam (e ainda partem) para os ataques ‘ad hominem’. A situação estava ficando realmente crítica e não adiantava eu apelar diretamente a eles para, pelo menos, me darem DIREITO DE RESPOSTA, o que jamais pensaram em me conceder. Aliás, se alguém colocar no espaço para comentários do site qualquer mínima crítica a algo que dizem, não esperem que isso demorará muito para ser eliminado. E alguém que conhece bem esse pessoal até me disse que às vezes até deixam passar alguma coisa de crítica, mas isso é lidado com linguagem truculenta e intolerante por um tal JPS, sendo esse apenas um pseudônimo do próprio J. F. Martinez!

    Enfim, por tal razão é que me vi obrigado a levantar tal processo, e não pela razão falsa apontada pelo “pastor batista” J. F. Martinez. Aliás, na época estava em dificuldades financeiras por estar lidando com reformas urgentes em nossa residência em Sarzedo, Minas Gerais. Havia chegado ao Brasil em 2010, vindo dos EUA onde residira por muitos anos, estando ainda numa fase de ajustes às novas condições. Para conseguir enfrentar as despesas de tal processo felizmente contei com a colaboração de uma advogada de uma de nossas congregações que facilitou-me na parte financeira, financiando de modo bem camarada as despesas recorrentes, no que se vê a malícia do Sr. J. F. Martinez ao comentar em certo espaço de debates que eu devia ser “rico” para levantar um processo contra eles. Isso denota que não contavam com isso por minha “pobreza” e/ou residência no exterior, daí sentirem-se livre para prosseguirem com a campanha de desmoralização à minha pessoa.

    • O “Fator Balaão”

    Mas tudo começou mesmo foi com uns debates havidos num fórum chamado “Seitas e Heresias” (atualmente extinto) em que enfrentamos esse “defensor da fé” Rinaldi, autor de livros e artigos de ataque às “seitas”, sendo seus ataques mais incisivos contra os adventistas do sétimo dia.

    No campo apologético, apresentamos-lhe pontos que ele não sabia como enfrentar, inclusive o vimos alegar que a explicação da “divisão das leis”, como Moral (o Decálogo), Cerimonial e Civil (não mais aplicáveis à Igreja) seria uma invenção dos adventistas. Participava do fórum um jovem presbiteriano, chamado Lucas, que até discordava de mim em vários pontos.

    Mas como atento observador dos fatos, ele protestou contra essa alegação, e citou a Confissão de Fé de Westminster, de sua denominação, que em seu Capítulo 19 claramente ensina o mesmo que os adventistas a respeito, e isso há séculos. Rinaldi ficou muito contrariado com isso e chamou o jovem (na época de apenas 16 anos) de “infante metido a sabichão”, o que lhe pareceu muito ofensivo.

    E por coincidência, depois que apresentei algumas perguntas diretas a Rinaldi, as quais ele jamais quis (ou pôde) responder, um amigo chamado Maurício Pimenta me enviou mensagem dentro do espaço do fórum informando-me que no site do CACP havia um artigo “decendo o malho” em mim e tentando desmoralizar-me de modo implacável. Fiquei chocado com essa péssima surpresa e ação traiçoeira, pelas costas, e respondi por escrito que isso não era coisa de gente séria e só podia ser obra de algum canalha. O fato é que NÃO CITEI O NOME DE RINALDI em conexão com esse qualificativo. De fato, eu NEM HAVIA LIDO AINDA o material, nem sabia quem o havia produzido. Mas parece que a máscara serviu bem a Rinaldi, que logo tomou a questão como sendo a sua pessoa. E fazendo-se de vítima, dramatizou ao máximo tal qualificativo, com exageros e distorções bem na linha de outras ações típicas de seu ministério de falácias e julgamentos injustos.

    Daí é que ele combinou com seus aliados daquele site a começarem uma campanha de difamação e ataques ‘ad hominem’ contra mim numa clara atitude que poderíamos chamar de “formação de quadrilha”. Claro, organizar pessoas para cometerem crimes apontados pelo Código Civil brasileiro não pode ter outra designação. Eles pensavam acuar-me de modo a me fazerem sair do campo apologético, fugir envergonhado, ou algo assim. Só que, diante desse fato, e percebendo a manobra, resolvi falar bem mais alto e internacionalmente em defesa das verdades bíblicas que defendemos.

    Tive uma ideia que não me havia ocorrido antes—procurei sites estrangeiros, em línguas inglesa e espanhola, e apresentei alguns de meus conhecidos estudos didaticamente organizados em 10 tópicos, 15 perguntas, 20 razões nesses idiomas. Assim, muitos de meus estudos apologéticos hoje CIRCULAM O MUNDO não só nesses idiomas, mas em outros por contatos que fiz diretamente com pessoas de diferentes nações—como africanos contatados para os traduzirem para o swahili, língua franca da África (e nem posso imaginar quantos mais os utilizaram e traduziram para seus idiomas nativos em diferentes partes do mundo).

    Vejam exemplos de onde podem ser achados (e isso em parcela mínima)--copiar totalmente o link e aplicá-lo no campo superior de encaminhamento de endereços--não simplesmente clicar:

    In English:

    https://f0f34d23a081-003211.vbulletin.net/search?q=10+reasons&searchJSON=%7B%22keywords%22%3 A%2210+reasons%22%7D

    * En español:

    https://f0f34d23a081-003211.vbulletin.net/forum/foros-de-discusion-biblica/apologetica/351206-estudios-didacticamente-preparados-sobre-el-tema-de-la-ley-divina-e-del-s%C3%A1bado

    Assim como no relato bíblico de Balaão, aquele profeta que se havia desviado dos caminhos do Senhor foi “contratado” por um rei pagão para proferir más profecias amaldiçoando Israel, porém as coisas se reverteram e sua experiência foi de abençoar a nação eleita (depois de certa entrevista com uma jumenta), as intenções de me fazerem calar reverteu-se em bênção para muitas pessoas que assim puderam ser alcançadas. E irmãos de diferentes países de vez em quando se comunicam comigo para falar de quão úteis são esses meus materiais em seus trabalhos evangelísticos e estudos particulares.
    Last edited by Azenilto Brito; 16-Nov-2017, 12:19 AM.

    Comentario


    • #3
      [Conclusão]
      .
      Entre outras acusações e falsas imputações, sou acusado por Rinaldi de ter agido deslealmente para como a minha denominação. No entanto, trabalho diretamente para a sede mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia há 16 anos como responsável pelo noticiário mundial em português, da denominação. Alguém que haja sido um “traidor” de sua Igreja iria ser assim prestigiado?! Sem falar dos dois livros de minha lavra que foram publicados pela editora adventista DEPOIS que saí da sua redação, tendo ido estudar nos EUA com vários apoios tanto da própria editora adventista do Brasil quanto de uma editora dos EUA (a Pacific Press Publishing Assn), para a qual prestei serviços por vários anos. Mais tarde, um de meus livros foi traduzido para o espanhol, e publicado pela Casa Editora Sudamericana, da Argentina, tendo circulado por toda a América do Sul em língua espanhola. Outra edição do mesmo livro circulou na Divisão Norte-Americana (incluindo México, EUA e Canadá), também em língua espanhola. Então, acham que quem faz algo tão mau contra a sua igreja iria merecer tais vantagens e tratamento? Por aí se percebe como se confirma o ditado de que “mentira tem perna curta”. . .

      Encerrando este segmento de meus “esclarecimentos”, vamos apresentar os FATOS reais do que se passou nesse julgamento de 2ª. instância e quanta falsidade é apresentada por quem se dispôs a informar ao “distinto público” sobre sua pretensa inocência, mas que não corresponde à REALIDADE PRESENTE de difamação nunca superada (aliás, também PASSADA, pois há anos e anos esses artigos difamatórios eram lá expostos).

      E haja Tito 3:2 (“não infameis [difameis] homem nenhum”) sendo atropelado pelos tais “defensores da fé”, quando realmente defendem são interesses mesquinhos, como já ficou mais do que óbvio pelo apresentado até aqui.

      Como disse e repito, as “surpresas” que haveria de apresentar, acima foi feito em parte, porém haverá mais no último segmento.

      Ah sim, e quem desejar o texto de minha pesquisa sobre o ministério da Sra. Sautron pode nos solicitar que enviaremos pelo e-mail profazenilto@hotmail.com. Por sinal, um diretor do CACP tem posse de dito material, pois lhe encaminhei diretamente.

      Vimos em quadro anterior como temos tantas omissões, distorções e até deficiência exegética da parte do pessoal dos supostos defensores da fé do CACP. Mas isso tudo decorre do condicionamento ideológico de seu grande “herói apologético” Natanael Rinaldi, um indivíduo que gostava de posar como grande especialista em “Religiões Comparadas”, mas cujo ministério se revelou apenas uma fonte de declarações desonestas e incompetência exegética.

      Apesar disso, ele ganhou muito dinheiro vendendo seu material apologético aproveitando-se sobretudo do “curral eclesiástico” imenso da maior denominação evangélica no Brasil, fazendo suas palestras à base de primeiro levantar ESPANTALHOS, ou seja, pintando o quadro mais negro sobre os movimentos religiosos que rotulava de “seitas”, para daí, tendo, esses milhares de crentes devidamente assustados com tão “negros e deturpados ensinos”, adquirirem a bom preço a sua mercadoria de “defesa da fé”.

      Em que isso difere de outros mercadores da fé com seus lenços ungidos, água abençoada do Rio Jordão, tijolinhos da fé, etc., etc.? Vender informações falsas deturpando a realidade, omitindo tantos fatos e assustando ao máximo a comunidade de gente sincera, bem intencionada, mas iludida sob influência de teologias novidadeiras originárias até de homens que se empolgaram com uma visão de certa jovenzinha em 1830 chamada Margaret MacDonald significa defender que fé?!

      • A Teologia Básica de Rinaldi & Discípulos Condenada por Autoridades Evangélicas

      Eu me lembro da reação de até certo pasmo de Rinaldi quando lhe apontei à palestra tremendamente “incômoda” do renomado erudito batista, Dr. Russell Shedd, ao este historiar as teses do dispensacionalismo. Rinaldi comentou algo como—”O que está dizendo?! O ilustre Dr. Russell Shedd condena o dispensacionalismo?!” Pois daí tive o enorme prazer de apontar-lhe exatamente onde ele o faz. E ele ainda cita especificamente a Igreja Assembleia de Deus como a maior propagadora no Brasil dos conceitos ERRADOS do dispensacionalismo:

      * Vídeo do Dr. Russell Shedd (destacado teólogo batista)—ver a partir do tempo de 15’ e 42”: http://www.youtube.com/watch?v=K6lbFprtYdk

      * E mais detalhadamente temos o bispo metodista Ildo de Melo para completar a detonação desses conceitos teológicos novidadeiros, que para mim constituem uma LAVAGEM CEREBRAL pior do que a das “testemunhas de Jeová” pelo número maior de pessoas assim condicionadas e denominações evangélicas influenciadas:
      .
      http://www.youtube.com/watch?v=psMJAP1dxQU

      https://www.youtube.com/watch?v=VW5-BDdNDqE
      .
      Para terem ideia, eu tive contato direto com ele em debates particulares algumas vezes. Certa vez ele me apresentou 12 perguntas, todas começando com uma frase do tipo, “se o sábado é um preceito moral. . .”, Assim, já começa negando uma verdade que os cristãos protestantes/evangélicos historicamente ensinam: que o sábado é mandamento moral, como demonstramos em segmentos anteriores e no assunto do Facebook

      Aliás, literaturas da própria denominação com que Rinaldi se identificava, a Ig. Assembleia de Deus, consideram que os 10 Mandamentos são “lei moral”, como definido claramente não em uma, mas em DUAS PÁGINAS de sua Bíblia de Estudo e Aplicação Pessoal (ver págs. 1224 e 1637).

      Notem a 1ª. das suas desastradas perguntas e como a respondemos num texto que preparamos em resposta a cada uma e todas as suas perguntinhas sofísticas. E ainda acrescentamos uma PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO para cada que ele jamais se dispôs a responder.

      “As 12 Tarefas Antissabáticas de Hércules”

      O título de meu texto significativamente foi, “As 12 Tarefas Antissabáticas de Hércules”, lembrando o mitológico personagem grego e suas dificílimas tarefas, que enfrentou com galhardia e superou com categoria.

      • Pergunta 1: (de N. Rinaldi)—Seria a guarda do sábado um preceito moral quando o próprio Deus declarou ser a sua guarda abominável aos seus olhos? Base bíblica: “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembleias; não posso suportar iniquidade, nem mesmo a reunião solene” (Isaias 1.13).

      * RESPOSTA: O que temos aí é a evidente DESONESTIDADE desse apologista evangélico, pois a passagem completa mostra que não só o sábado, mas também as ofertas e sacrifícios todos, as orações e jejuns dos filhos de Israel foram postos ao desprezo. Mas por quê? O verso 4 esclarece:

      “Ai, nação pecadora, povo carregado de iniquidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao Senhor, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás”.

      Basta ver que o povo estava em pecado, suas orações não eram ouvidas (vs. 15), inclusive os seus jejuns eram rejeitados (cap. 58, vs. 3-7). Agora, por que esse indivíduo discrimina contra somente o sábado, quando TODAS essas práticas desprezadas por Deus (cerimônias, sacrifícios, sábados, luas novas, orações, jejuns) depois foram INTEIRAMENTE RESTAURADAS após o retorno do cativeiro da nação judaica? Basta ler o livro de Neemias inteiro, especialmente o capítulo 13, vs. 15 em diante.

      No próprio livro de Isaías cap. 56, vs. 6 e 7 o sábado é, inclusive, RECOMENDADO aos filhos dos estrangeiros, e em 58: 13 e 14 é reiterado a todo o povo de Deus, mostrando a maneira correta de observá-lo. Aliás, estes textos de Isa. 56 são muito interessantes pois representam um golpe mortal sobre a premissa básica dos antissabatistas ao alegarem que o sábado foi intencionado SÓ para o povo de Israel. Qual nada, Deus recomenda aos estrangeiros a guarda do sábado como primeiro passo na aceitação do concerto que estabeleceu com o Seu povo, a fim de que se cumpra o divino propósito expresso no vs. 7: a Minha casa será chamada Casa de Oração PARA TODOS OS POVOS.

      E em Isaías 66:22, 23 o sábado é profetizado como PROSSEGUINDO no regime da Nova Terra! Eis como diz a abalizada tradução francesa de Louis Segond: “E a cada sábado toda carne virá prostrar-se perante Mim, diz o Eterno”.

      DEPOIS do tempo de Isaías Deus confirma o sábado como sinal entre Ele e Seu povo (ver Eze. 20:12, 20). Então, como Deus escolhe como sinal entre Ele e Seu povo um princípio que havia sido DESPREZADO? Faz sentido isso?

      E Jesus observava o sábado (Lucas 4:16) e declarou que foi estabelecido por causa do homem (Mar. 2:27). Iria Jesus tratar assim um mandamento lançado ao desprezo?

      Somente nesse primeiro tópico percebe-se DESONESTIDADE e INCOMPETÊNCIA da parte do sofista referido. DESONESTIDADE em isolar o sábado como único elemento desprezado por Deus esquecendo-se dos sacrifícios, ofertas, dias cerimoniais todos, orações e jejuns; INCOMPETÊNCIA em não entender a sequência cronológica, de que Neemias mostra a RESTAURAÇÃO do sábado e todas as demais cerimônias, e, logicamente, as orações e jejuns do povo de Deus voltaram a ter o maior valor APÓS o seu cativeiro.

      Mas tínhamos também a “PERGUNTA DE RETRIBUIÇÃO”: Como pode Deus ser tão contraditório, que no início do livro de Isaías estaria desprezando o sábado, mas nos capítulos 56 e 58 o incentiva, inclusive convidando os ‘estrangeiros’ para acatarem o concerto com Israel a partir da guarda do sábado?

      Esta é somente uma “amostra grátis” de toda a discussão em que claramente revela que não merece crédito como teólogo nem como pesquisador. Vejam por este endereço:
      .
      http://www.c-224.com/3-CACP-3.html
      .
      Aliás, para verem como refutamos a falsa teologia dispensacionalista dianenhumista/diaqualquerista acatada há anos pelos “teólogos” ceacepeanos, sempre inspirados no seu mentor, Rinaldi, que de teólogo não tem é nada, vejam outros debates em réplica a seus sofismas que com grande estardalhaço apresentam em seu site, fazendo questão de IGNORAR o que apresentamos em refutação:
      .
      http://www.c-224.com/1-DEB-1.html
      .
      Eis os temas tratados em “DEBATES COM OS LÍDERES DO CACP”

      * DEBATES COM LÍDERES DO CACP-I

      * Sofisma ou FALÁCIA? -- Devolvendo a Pergunta-II

      * 10 Perguntas a João Flavio Martinez

      *Nossa réplica ao vice-diretor do CACP

      * “Afinal, Que Sentido Tem a Palavra “Alma”

      E vejam como o discípulo de Rinaldi, um falso pastor batista (pois contraria a doutrina batistas clássica, histórica) se deu mal em querer criar “sofismas bem-bolados” (não só antiadventistas, mas antiprotestantes/antievangélicos, como se dava com Rinaldi também) na questão do sábado e como teve refutação pelo pastor adventista Ezequiel Gomes (não deixem de ver minhas contribuições adicionais na seção de comentários abaixo do vídeo):
      .
      https://www.youtube.com/watch?v=xE5kreqnQSk

      Perguntas que Rinaldi Ignorou, Preferindo a Difamação Contra o Indagador

      Seria coincidência que pouco antes de ele lançar sua campanha traiçoeira de ataques ad hominem, seus arroubos difamatórios, com apoio de seus aliados e discípulos do CACP, eu lhe havia apresentado nos debates do fórum, indicado no segmento anterior, uma série de perguntas que ele jamais se dispôs a responder? Darei alguns exemplos de como constavam da “famigerada” postagem 5743 do fórum “Seitas e Heresias”:

      * explicar como Jesus iria depreciar um dos mandamentos dando a entender que não seria mais válido ou não teria tanta importância assim (pois a circuncisão o suplantaria) à luz do que Ele declarou em Mateus 5:19—que qualquer que ensinasse algo negativo sobre o “mínimo” mandamento--e o sábado era um dos “máximos” na concepção de Deus e do Seu povo--seria também considerado “mínimo” no reino dos céus (ver ainda Mat. 23:1-3);

      * explicar por que passa por alto o fato de que Lucas registra o episódio das santas mulheres observarem o sábado “segundo o mandamento” (Luc. 23:56), preferindo valer-se da perspectiva das mulheres (que ainda não sabiam da Ressurreição) em vez da perspectiva do historiador cristão de 30 anos depois da ocorrência;

      * provar que essas santas mulheres tiveram aquele como o seu último sábado, passando a observar o domingo a partir da Ressurreição no dia seguinte;

      * explicar por que se julga superior e mais conhecedor da Bíblia do que nobres cristãos evangélicos, eruditos e teólogos, instrutores religiosos, autores de manuais, livros instrucionais na área de religião e Teologia, que entendem que Jesus observou fielmente o sábado e que suas discussões com os líderes judaicos não eram para depreciar o mandamento, e sim para CORRIGIR as distorções e combater os excessos acrescentados ao sábado por eles;

      * explicar como foi possível trocar os termos da lei original, que estava dentro da arca que João viu no céu (Apoc. 11:19), alterando o seu 4o. mandamento para trocar o sábado pelo domingo;

      * explicar por que se julga superior e mais conhecedor da Bíblia do que nobres cristãos evangélicos, eruditos e teólogos, instrutores religiosos, autores de manuais, livros instrucionais na área de religião e Teologia, que entendem que as leis divinas se dividem em “moral”, “cerimonial”, “civil”, e que os primeiros quatro mandamentos são sintetizados no princípio de “amar a Deus sobre todas as coisas”, e os últimos seis no princípio “amar o próximo como a si mesmo” (Exemplo, a “Confissão de Fé de Westminster” e os “39 Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra”);

      * provar que os servos de Deus registrados em Hebreus 11, que entraram no “repouso espiritual” simbolizado pelo descanso sabático (cf. Hebreus 3 e 4), deixaram de guardar o sábado ao obterem tal experiência;

      * provar que a Sra. White ensinava coerentemente que a salvação deriva da guarda do sábado, ou de qualquer outro mandamento, e que isso se reflete no teor global de seus ensinos e no que a IASD oficialmente ensina, em lugar de tomar um trecho desonestamente pinçado de seu contexto;

      Outro “enguiço” rinaldiano que levantamos e ele nunca soube resolver foi sua menção ao Sal. 118:24 como uma “profecia do domingo” como dia do Senhor no futuro, sendo que ele próprio depois, em sua literatura, alega que QUALQUER DIA serve para se dedicar a Deus, como base em errônea exegese (na verdade, ‘eisegese’) de Rom. 14:5 e 6; Gál. 4:9 e 10 e Col. 2:14-16. Ora, se o domingo foi até profetizado pelo salmista, então seria importantíssimo! Mas, de repente, na teologia rinaldiana, revela-se tão sem importância. . . Que contradição! E não é a única. . .

      Sobre a questão da ‘eisegese’ em vez de EXEGESE, vejam este estudo onde analisamos, com autoridades da própria grei evangélica de muuuuito mais capacidade e autoridade intelectual do que Rinaldi e seus discípulos, as referidas passagens:

      * “DIAQUALQUERISMO”/”DIANENHUMISMO” – EXERCÍCIO EM EISEGESE NO ESTUDO DAS ESCRITURAS:

      - Textos analisados com auxílio de grandes eruditos DA PRÓPRIA GREI EVANGÉLICA:

      · Rom.14:5, 6 (Segmento I: https://www.facebook.com/azenilto.br...57233774659824)

      · Gál. 4:9, 10 (Segmento II: https://www.facebook.com/azenilto.br...57233810914824)

      · Col. 2:14-16 (Segmento III: https://www.facebook.com/azenilto.br...57233858404824)
      .
      E ele também jamais soube nos responder:

      • Qual era o TEOR dos debates de Cristo com a liderança judaica sobre o sábado—SE era para ser observado ou não; QUANDO ser observado, ou COMO observar o dia no seu devido espírito?

      • Embaraçosa Avaliação de Ex-Aliado

      Enfim, teologicamente falando, esses são os sérios problemas dos que pretendem ser defensores da fé, mas o que defendem mesmo são conceitos confusos, contraditórios que se ajustem a seus interesses pecuniários. E quem diz isso é gente que atuou em íntima ligação com tal ministério, e por muitos anos, como o já mencionado Dalton Gerth! Pois vejam suas palavras textuais da mensagem que deixou no site da “Novo Tempo”, seção “Comente” (rolando a tela para baixo, é o 13º. Comentário, incluindo as respostas de Leandro Quadros):

      “Como vocês devem perceber, não faço mais parte do CACP. E a questão, acredito, seja simples. Quando as questões financeiras estão acima das questões cristãs, na minha opinião, eu não coaduno, pois não vejo nenhuma simbiose. Outra coisa. Durante os meus longos anos, tive inúmeros amigos…, também tive inimigos… agora pessoas sem caráter (no caso do CACP), foi a primeira vez.

      “Forte abraço

      “Prof. Dalton Gerth”

      http://novotempo.com/namiradaverdade...80%9D-parte-2/

      Outro caso foi de um apologista que saiu de uma organização tremendamente condenada consensualmente pela comunidade evangélica como sectária e que inicialmente se associou com esse pessoal. Só que mais tarde percebeu atitudes totalmente contrárias à ética cristã, como tomar materiais de sua autoria, incorporar em suas próprias apostilas para venda, SEM PRÉVIA CONSULTA E AUTORIZAÇÃO do referido pesquisador de tal seita.
      .
      O Fato e a Ficção Sobre a Suposta Vitória por 3 a 0

      Ah sim, voltando à comunicação de João F. Martinez sobre o processo que movemos contra o CACP, como já acentuamos não ter sido pelo motivo que ele alegou no áudio de “esclarecimento”, ainda ele alega que por 3 a 0 obtiveram VITÓRIA no caso, concluindo com uma arenga sobre não se dever discutir temas teológicos em assuntos de caráter legal. Este último aspecto representa mais uma demonstração de TORCER OS FATOS, pois não houve de minha parte absolutamente nenhuma preocupação com discutir assuntos teológicos. Ele quer passar a imagem que assim foi, só que não foi. O que estava em discussão era simplesmente os atos de CLARA DIFAMAÇÃO mal-intencionada do grupo do CACP, sob o comando, nessa campanha de tentativa de me calar e me desmoralizar, do seu “teólogo” Natanael Rinaldi, que já demonstramos (e a ele comentamos várias vezes) ser exegeticamente incompetente, e desonesto em distorcer recorrentemente a nossa literatura.

      Finalmente, o que realmente se passou pode ser ilustrado por certa questão que discuti por telefone com meu filho há umas semanas atrás. Soube pelo noticiário de um navegador em sua seção brasileira que um famoso político paulista, que muitas e muitas vezes teve acusações de clara corrupção levantada contra ele—com comprovadas fraudes e negociatas com bancos estrangeiros—chegou a ser condenado a certo tempo em prisão. O Ministério Público finalmente conseguiu reunir provas cabais e indiscutíveis que o levariam a esse destino.

      Fiquei em certo sentido contente de que a verdade e a justiça finalmente se dariam no caso desse indivíduo, sendo que o seu “caso” é de muito antes da Operação Lava-Jato. Qual nada, para minha surpresa o filho disse que realmente ele foi condenado, e tudo o mais, porém nada sofreria porque escapuliu-se de todas as acusações devido ao detalhe de PRESCRIÇÃO DE TEMPO! Ou seja, quando o Ministério Público conseguiu comprovar todos os fatos, por tecnicalidades legais relativas a tempo para a acusação, não se podia mais aplicar a devida pena.

      Nos rumorosos casos de pedofilia contra a Igreja Católica em décadas passadas, soube também que muitos casos não vieram à consideração da justiça pelo mesmo motivo aqui nos EUA e creio que em outras terras também. Então, a situação do processo do CACP foi EXATAMENTE assim—os 3 juízes não INOCENTARAM o CACP, apenas levantaram a questão TÉCNICA de que o tempo para acusá-los estava prescrito. Escapuliram-se da punição simplesmente por tal detalhe, e nem sequer houve análise do mérito da acusação e defesa. Aí está a realidade do “placar” de 3 a 0, o que é bem diferente da imagem que o “pastor batista” João F. Martinez tenta apresentar com todo estardalhaço.

      A minha advogada, Sra. Gislene Alonso, resume tudo o que se passou nesta comunicação que me enviou pelo WhatsApp:
      .
      “[13:02, 18/7/2017] Gislene Alonso: A publicação {ofensiva do CACP} foi em janeiro de 2008 e o prazo prescricional terminou em janeiro de 2011. Nós propusemos a ação em julho de 2011
      [13:02, 18/7/2017] Gislene Alonso: O mérito nem foi discutido na ação
      [13:02, 18/7/2017] Gislene Alonso: Foi unicamente pela prescrição
      [13:04, 18/7/2017] Gislene Alonso: Qto ao recurso vou analisar! O desembargador nem olhou o mérito da ação! Olhou a prescrição somente!”

      .
      Vejam que foi coisa de SEIS/SETE MESES somente. E a demora quanto a isso se deu por duas razões—não tínhamos ideia dessa “tecnicalidade” de prazos e não tive os recursos financeiros em tempo hábil para bancar tal processo, como expliquei no segmento anterior, FATOS X FICÇÃO-III.

      Ou seja, quando houve exame do MÉRITO DA QUESTÃO por uma juíza, foram condenados a pagar-me uma indenização pelas claras evidências que apresentamos. Quando NÃO OCORREU tal exame, escapuliram-se por mera tecnicalidade legal.
      .
      • Diretor do CACP Condena Atitude de Companheiros Apologéticos

      Seja como for, o fato é que o CACP não foi “inocentado”, pois a atitude de DIFAMAÇÃO não é algo que nunca existiu, pois AINDA PERSISTE, como também demonstramos no segmento anterior. Ademais, um próprio diretor da instituição (membro de sua diretoria) CONDENOU-OS por tais atitudes—o Pr. Joaquim de Andrade. Eis o que ele me comunicou pelo “Messenger”, ao solicitar até que deixássemos o assunto de lado e não insistíssemos na questão, em comunicação de 27 de abril de 2017:
      .
      “Bem, estou tentando até uma retratação da parte do João Flávio em relação às declarações ofensivas. Sei que iria me ouvir e assim acabaríamos isso de uma outra forma, sem ofensas pessoais. Sei que ele errou e já falei isso para ele. Agora, não precisava chegar neste nível. . . . Sei que não quer o mal de ninguém e nos podemos ter nossas divergências. Outra coisa é querer ver o mal do próximo. Por favor, considera tudo que estou dizendo. Falo melhor com vc depois.

      “Abraços”
      .
      [Print disponível a quem o solicitar pelo e-mail <profazenilto@hotmail.com>]

      Ele não parece ter tido êxito algum em convencer o seu colega de diretoria ceacepeana em desculpar-se comigo, pois isso JAMAIS se deu.

      Deus Não Terá por Inocente. . .

      Então, aí estão os fatos e a “ficção” de que o CACP nada fez de errado e que nem haveria justificativa para minha queixa e atitude em processá-los. Os que acompanharam todos os 4 segmentos que postamos, poderão perceber onde estão os FATOS e onde está a FICÇÃO.

      Com isso dou por encerrada a exposição das evidências de minha parte, e aqueles que até louvaram a Deus pela “justiça” obtida o que fizeram foi acrescentar a tantos pecadilhos expostos aqui da parte de seus aliados de antiadventismo, o pecado de usar o nome de Deus em vão. . .

      Mas como em geral adotam a visão da “lei abolida”, dessa teologia neoantinomista do CACP que não é só antiadventista, como antibatista, antipresbiteriana, antimetodista e até antiassembleiana (às vezes. . .) pode ser que não se incomodem com isso pois, claro, se a lei foi abolida, o preceito “não dirás o nome de Deus em vão” deixou de valer. Eles, porém, que não se esqueçam que o mandamento prossegue de maneira bem severa—”Deus não tomará por inocente o que tomar o Seu santo nome em vão”.

      Last edited by Azenilto Brito; 28-May-2019, 12:17 AM.

      Comentario


      • #4

        10 Perguntas a João Flavio Martinez

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        Prof. Azenilto G. Brito
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        O Pr. Flávio Martinez, diretor do CACP, conclui um questionário de 10 perguntas aos adventistas sobre a questão sábado/domingo com este pequeno e, possivelmente, bem intencionado apelo: “Aí está, amigo adventista, espero que medite nisto com um coração sincero em oração. Portanto, se souber que esteve errado até agora estará disposto a mudar? Pense nisso!”


        Demos resposta total e integral ao seu questionário, como verão abaixo. O seu questionário tem por fundamento uma premissa básica falsa--a de que o sábado NÃO seria importante. É tão importante que as mais representativas confissões de fé da cristandade protestante assim o consideram, como temos tantas vezes demonstrado.

        Mas que tal revertermos a situação e apresentarmos a ele também um questionário de 10 perguntas esperando que ele “com coração sincero, em oração” perceba que esteve errado e, assim, disponha-se a mudar? Que ele pense nisso!
        Eis nossas 10 perguntas em grande parte baseadas no seu próprio questionário:

        1. Se os princípios expressos pelos preceitos “não furtarás”, “não farás para ti imagem de escultura” ou “honra o teu pai e a tua mãe” são importantes, por que não há um mandamento sequer para guardá-los desde Adão até Moisés?2. Se o sábado NÃO é importante, por que Deus o incluiu entre os mandamentos da lei moral que pronunciou solenemente aos ouvidos do povo no Sinai e “nada acrescentou” (Deu. 5:22), e o incluiu entre os demais mandamentos morais, escrevendo-o com o Seu próprio dedo nas tábuas de pedra, em vez de simplesmente ditá-lo para Moisés registrá-lo em livro, como as demais regras?

        3. Se o sábado NÃO é importante, então por que Deus o designou como sinal especial entre Ele e o Seu povo (Êxo. 31:13; Eze. 20:12, 20)?

        4. Por que Deus estabeleceu o sinal especial do sábado entre Ele e os filhos de Israel, e não entre Ele e os amalequitas, egípcios, amorreus, filisteus, heteus, babilônios ou assírios?

        5. Se o sábado NÃO é importante, por que Deus determinou-o aos “filhos dos estrangeiros” para servir como base da adoção por eles do concerto com o povo de Israel (Isa. 56:6, 7)?
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        6. Se o domingo tornou-se importante, ocupando o lugar do sábado, então por que nos relatos da Ressurreição nunca é tratado com qualquer designação especial, senão “o primeiro dia da semana”, segundo a contagem judaica (mia twn sabbattwn-o primeiro relativo ao sábado)?

        7. Por que no concílio de Jerusalém que determinou o que NÃO devia preocupar a comunidade cristã em termos de princípios oriundos do judaísmo que causavam dúvidas na época (Atos 15:20) NADA é dito CONTRA o sábado, caso os cristãos NÃO devessem mais observá-lo?

        8. Por que na epístola os Hebreus, nos capítulos 7 a 10, dedicados a discutir o cerimonial judaico (sacrifícios, ofertas, sacerdócio), nada consta sobre o sábado ser simbólico, cerimonial, antes o mandamento recebe tratamento especial nos capítulos 3 e 4, nada constando em tais capítulos de que tivesse cessado para os cristãos?
        .
        9. Se o domingo não tem origem no paganismo romano, por que em tantos idiomas ele recebe o nome de “dia do sol”? [Obs.: o fato de os romanos dedicarem o sábado a Saturno NADA TEM A VER com a guarda do sábado pelo povo de Deus, que o fazia há milênios antes de os romanos sequer surgiram no cenário da história, “segundo o mandamento”].

        10. Se em Apoc. 1:10 a referência de João ao “dia do Senhor” aplica-se ao domingo, por que ao escrever o seu evangelho, numa distância de tempo de, no máximo 5 anos, ele trata o dia da Ressurreição como “primeiro dia da semana” e nada diz que houvesse qualquer celebração ligada ao dia relacionado com o evento?

        As perguntas que João Flávio Martinez nos dirigiu com as devidas respostas:

        1. Se o sábado é tão importante, porque [sic] então não há um mandamento sequer para guardá-lo desde Adão até Moisés?
        * Este é o chamado “argumento do silêncio” que não prova coisa nenhuma, pois se a Bíblia não fala do mandamento do sábado nesse período, também não trata do “não furtarás”, “não farás imagens de esculturas”, “não dirás o nome do Senhor teu Deus em vão”. E daí? Acaso os servos de Deus nessa época desrespeitavam qualquer desses princípios?

        2. Se o sábado não era somente para o judeu, então porque [sic] Deus diz que era um sinal entre Deus e Israel somente? (leia Ezequiel 20:12,20).

        * Esta é tão fácil de resolver. Por que era um sinal entre Deus e Israel, e não entre Deus e os egípcios, ou amalequitas, ou filisteus, ou amorreus? Nem precisa pensar muito para saber a resposta. E temos Isa. 56: 6 e 7 que esses contestadores antissabatistas, se pudessem, arracavam da Bíblia pois contraria inteiramente essa teoria de o sábado ser só para judeus. Ali os “estrangeiros” são convocados a se unirem ao concerto divino com Israel exatamente acatando o princípio do sábado! E que o sábado NÃO É só para judeus Jesus tornou muito claro ao dizer que “o sábado foi feito por causa do homem” (Mar. 2:27). Que esse “homem” não é só o judeu fica claro em Mat. 19:5, 6 onde Cristo trata do casamento original, do Éden, aplicando o princípio ao homem-anthropós, ou seja, universal. E acaso casamento é coisa só para os judeus?

        3. Se o sábado existia desde o Éden, então porque [sic] Deus diz que ele foi dado no deserto?

        * O texto do mandamento não diz isso, mas sim que se deve descansar no sétimo dia “porque em seis dias fez o Senhor os céus, a terra, o mar e tudo quanto neles há, e ao sétimo dia descansou”. Além do mais Ele abençoou e SANTIFICOU o dia, o que significa, SEPARAR para uso consagrado a Deus. Como Deus já é absolutamente santo, para quem teria separado o sábado, senão para o homem, o que Cristo confirmou em Marcos 2:27, ao declarar que “o sábado foi feito por causa do homem”?

        4. Se o sábado tem força de lei para a igreja, então porque [sic] nunca vimos a igreja primitiva se reunir no sábado, mas sempre no 1º dia da semana? ( leia Atos 20:7 e I Corintios 16:2).

        * Nenhuma destas passagem declara nada que a igreja se reunia regularmente aos domingos, pois em Atos 20:7 o que temos é uma reunião de despedida de Paulo num “sábado à noite”, como esclarece a Bíblia na Linguagem de Hoje em português e outras versões internacionais. Ele ao amanhecer passou o dia viajando, em lugar de ficar para a “Escola Dominical”! E em 1 Cor. 16:2 o texto claramente diz que as coletas, que eram excepcionais (para os pobres de Jerusalém) deviam ser juntadas “em casa” por cada um, segundo o original grego.

        E há um fator importante: tanto o episódio de Atos quanto de 1 Coríntios foram escritos décadas após o início da Igreja Cristã, e o dia é tratado simplesmente como “primeiro dia da semana”, que no grego é mía twn sabbatwn, ou seja--o primeiro com relação ao sábado. Isso indica que não davam nenhum título especial ao dia, e ainda mantinham a contagem judaica, não a romana.

        5. Se o sábado se revesti [sic] de tamanha importância, então porque Jesus não realizou sua maior obra nele -- a ressurreição.

        * Uma coisa nada tem a ver com a outra. As origens pagãs do domingo são indiscutíveis e reconhecidas até por eruditos protestantes. A Ressurreição não alterou os termos da lei divina, porque isso não é informado em parte alguma das Escrituras. Aliás, na passagem do Velho para o Novo Concerto não é indicado: a) que Deus haja deixado de fora o 4o. mandamento ao escrever as “Minhas leis” nos corações e mentes dos Seus filhos que aceitam os termos desse Novo Concerto; b) que Deus haja conservado do 4o. mandamento, porém alterando o dia de observância do sábado para o domingo; c) que Deus haja conservado o 4o. mandamento, porém deixando-o como um princípio vago, flutuante, podendo ou não ser levado a sério, tendo um dia mais "user friendly" para basicamente ir-se à Igreja, teoricamente podendo até ser qualquer outro dia, segundo as conveniência de cada um (ou de seu empregador).

        Mas basta ler o claro texto de Hebreus 8:6-10 em comparação com Jeremias 31:31-33 para ver que as MESMAS leis do Antigo concerto permanecem como “Minhas leis” no Novo Concerto.

        Claro que a parte prefigurativa, cerimonial, cessou quando o véu do Templo rasgou-se de alto a baixo. E se ainda pairassem dúvidas quanto a isso, a própria epístola de Hebreus esclarece o sentido do cerimonial judaico nos capítulos 7 a 10. Os judeus cristãos que seriam os leitores primários da epístola sabiam perfeitamente quais seriam essas “minhas leis”referidas.
        .
        6. Se o sábado era assim de tamanha importância, então porque [sic] os evangelistas registram sempre as aparições no 1º dia da semana e não no sétimo? (leia Mateus 28:1; Marcos 16:1; Lucas 24:1 e João 20:1).

        * Como já divulgamos um texto, que aliás até solicitamos ao Presb. Paulo Cristiano para buscar contestá-lo como “retribuição” às perguntas que ele nos dirigiu e que respondi plenamente, intitulado “10 Principais Razões Que Desautorizam a Observância Dominical”, além do respondido na pergunta anterior, não é necessário acrescentar mais nada. A Ressurreição no 1o. dia nada tem a ver com alteração nos termos da lei divina. Mesmo porque em João 21 Jesus também aparece quando os discípulos estavam “pescando”, o que seriam incrível que decidissem assim, sem mais nem menos, tornar o “dia santificado pelas aparições de Cristo” de observância mais liberal do que o antigo sábado. . . Onde está registrado isso?

        7. Porque [sic] após a morte dos apóstolos a igreja continuou se reunindo aos domingo e não no sábado?

        * Onde estão as provas disso? As passagens citadas e já analisadas acima NÃO COMPROVAM ISSO. Sem falar nos fatos históricos e bíblicos. Por exemplo, por que no concílio de Jerusalém, as resoluções quanto às coisas de que os recém conversos deviam abster-se NÃO CONSTA nada sobre o sábado? É porque não havia dúvidas sobre isso. Todos o guardavam sem problema, sendo que os primeiros crentes eram judeus e “zelosos da lei” (Atos 21:10). Se a questão do sábado causasse debates acirrados, como a circuncisão, isso se refletiria nas decisões do concílio (Atos 15:20, 29). E, no entanto, nada se diz de que os cristãos deviam ABSTER-SE do sábado entre as demais coisas recomendadas que não lhes devia preocupar.


        8. Porque [sic] nesta época a história registra que o sábado era guardado somente por seitas do judeu-cristianismo?

        * Pelo contrário, a história registra que os cristãos que fugiram de Jerusalém, e que se fixaram em Pela, ao norte da cidade destruída pelas tropas romanas, continuaram observando o sábado até o 4o. século, quando viveu o historiador palestino Epifânio. As provas são inteiramente em favor da continuidade do sábado, como o próprio evangelista Lucas dá testemunho, ao mencionar 30 anos após o episódio que as santas mulheres que acompanhavam a Cristo realizaram os trabalhos de preparativos para embalsamar o seu corpo, mas “no sábado repousaram SEGUNDO o mandamento” (Luc. 23:56). A perspectiva a ser considerada deve ser a de Lucas, não a das mulheres, e para ele, três décadas depois, o dia a ser observado segundo o mandamento era o sábado, não o domingo, que, aliás, inexiste na Bíblia.
        .
        9. Porque [sic] Homens de Deus como Lutero, Calvino, Wesley, Moody, Finey e tantos outros, citados por Ellen White, guardaram o domingo e não o sábado?
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        * Porque não tinham toda a luz, tanto que os próprios evangélicos admitem que eles foram até certo ponto na redescoberta das verdades bíblicas. Tanto que eles também não falavam em línguas estranhas (que tantos consideram um avanço em relação às descobertas da Reforma Protestante), muitos ainda batizam crianças ou por aspersão, o que outros consideram um errôneo apego a tradições e falhas de reformar verdades importantes, e assim por diante. Mas quando os batistas do sétimo dia surgiram no século XVII na Inglaterra, restaurando o sábado do sétimo dia, essa importante verdade que a Reforma Protestante não havia levantado foi por fim exposta perante o mundo. Daí em diante a obrigação de todos os genuínos cristãos seria continuar aprofundando-se na investigação bíblica para ver outras verdades a serem reformadas, como a da questão dos mortos que, lamentavelmente, ainda é negligenciada pela maioria dos protestantes, apegados ainda às tradições dualistas do catolicismo.


        10. Se o sábado fosse parte de uma lei moral poderia uma lei cerimonial quebranta-lo [sic], como era o caso da circuncisão? (leia João 7:22,23)

        * Jesus não empreendeu nenhuma campanha anti-sabática, como dão a entender alguns instrutores da Bíblia que com isso demonstram que não conseguem entender a natureza de Seus debates com a liderança judaica. Seria o caso de perguntar: qual era o teor dos debates de Cristo com aquela liderança religiosa? Seria quanto a SE deviam guardar o sábado, QUANDO guardar o sábado, ou COMO guardar o sábado? Se souber responder a esta pergunta, já teremos meio caminho andado.

        O objetivo dos debates de Cristo não era diminuir em nada a importância do sábado, pois se Cristo em qualquer medida contrariasse o princípio, teria que ser considerado “o menor no Reino dos céus”, pois estaria ensinando algo contra um dos mandamentos da lei divina, o que se chocaria com Suas próprias palavras em Mateus 5:19.
        .
        Então, basta ter um pouco de percepção para entender o objetivo do que Cristo realmente discute-não é condenando a prática do sábado, e sim condenando as suas distorções quanto à mesma. E eles também corrompiam o sentido do 5o. mandamento (ver Marcos 7:9ss) e do princípio do dizimar (Mat. 23:23). Cristo chamou-lhes a atenção quanto a isso, não para dizer que tais princípios eram errados, e sim que eles o praticavam de modo corrompido.

        [ Comentário final de João Flávio Martinez ]:
        .
        - Ai [sic] está amigo adventista, espero que medite nisto com um coração sincero em oração. Portanto, se souber que esteve errado até agora estará disposto a mudar? Pense nisso!
        .
        O mesmo posso dizer quanto às respostas dadas e retribuo o questionário com perguntas também que gostaria que respondesse após orar sinceramente a Deus. E também mudar, como está ocorrendo em todo o mundo com tantos cristãos sinceros, desejosos de cumprirem tão somente “a vontade do Pai que está nos céus”. Afinal de contas, o próprio Cristo disse que no dia final, nem todo que o chama de Senhor entrará no Reino dos céus, e ele dirá a muitos professos cristãos--“apartai-vos de Mim, vós os violadores da lei” (Mat. 7:23, segundo o original grego para o termo antinomian-o mesmo que aparece em 1 João 3:4 com o sentido de “transgressão da lei”.
        Last edited by Azenilto Brito; 17-Feb-2018, 06:19 PM.

        Comentario


        • #5

          QUE PRECEITO DO DECÁLOGO É CAMPEÃO EM EXPRESSÕES DE AMOR?
          .
          Lamentavelmente, dada a lavagem cerebral do dispensacionalismo dianenhumista, a grande massa no evangelicalismo contemporâneo IGNORA que faz parte da mais legítima tradição cristã que os 4 primeiros mandamentos tratam de nossos deveres para com Deus, e os 6 últimos, idem quanto ao próximo. É como consta dos documentos confessionais oficiais de luteranos, batistas, presbiterianos e anglicanos. Antes da Reforma Protestante já católicos e ortodoxos diziam basicamente o mesmo.


          Em Mat. 22:36-40 Jesus disse que TODA A LEI depende desses dois preceitos básicos--amor a Deus e amor ao próximo. Os antissabatistas estariam cobertos de razão se Ele tivesse dito—TODA A LEI, MENOS O PRECEITO DO SÁBADO. Mas não foi o que Ele disse. . . Então, o sábado é um MANDAMENTO DE AMOR para todos os efeitos. E integra a parte da Regra Áurea que tem que ver com amor a Deus de todo o coração, que é PRIORITÁRIA. Afinal, o próprio Cristo disse que quem amar mais pai, mãe, filho filha do que a Ele, não é digno Dele. E para se amar legitimamente o próximo, tem-se que primeiro amar a Deus, acentua João em 1 João 5:2.

          Aliás, é justamente no mandamento do sábado que temos 4 expressões de amor:

          a) de Deus para com o homem, concedendo-lhe esse tempo de descanso para benefício físico, mental, espiritual, familiar, social (e até global, segundo se tem ressaltado ultimamente quanto à preservação da natureza);

          b) amor de Deus para com os animais de carga (“nem o teu boi, nem o teu jumento” deviam ser postos a trabalhar no sábado);

          c) amor do homem para com Deus, respeitando-O como Criador de todas as coisas ao dedicar-Lhe o “memorial da Criação”, que é o sábado -- Êxo. 20:11; cf. Sal. 111:2-4;

          d) amor do homem para com o seu semelhante respeitando o seu direito do descanso físico, mental, e demais benefícios espirituais, sociais, familiares nesse dia (“nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva . .”).

          Não há mandamento do Decálogo que reúna tantas demonstrações de AMOR quanto se dá com o preceito do sábado, isso é indiscutível.

          Então, temos três perguntas fundamentais neste breve texto:

          • Por que, sob o Novo Concerto, nossa expressão de amor a Deus de todo o coração deve reduzir-se de 4 para 3 preceitos?

          • Pode alguém me apontar qualquer outro mandamento do Decálogo que reúna tantas demonstrações de AMOR como o 4º (do sábado)?

          • Diante das palavras de Jesus sobre o amor ser a base de TODA a lei de Deus, como se excluirá o mandamento que até traz mais expressões de amor no Decálogo (sempre entendido pelos cristãos como expressão da Lei Moral de Deus), que é o 4º. Mandamento (o do sábado), sendo que nada justifica ter tal preceito perdido o seu embasamento no amor a Deus de todo o coração?




          Last edited by Azenilto Brito; 27-Nov-2017, 06:59 PM.

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          • #6
            POR INCRÍVEL QUE POSSA PARECER A MUITOS . . .
            .
            . . . os adventistas do sétimo dia são os que realmente mantêm a mais legítima tradição interpretativa protestante/evangélica sobre, pelo menos CINCO pontos.

            DESAFIO QUALQUER UM a provar-me que não seja exatamente assim como aponto. De fato, os adventistas ensinam (juntamente com TODAS as Igrejas cristãs ao longo dos séculos) que

            a - os 10 Mandamentos seguem como normativos aos cristãos em TODOS os seus preceitos;

            b - dentro dos 10 Mandamentos, o seu 4o. preceito é originário da criação do mundo, tendo, pois, caráter MORAL e UNIVERSAL, devendo ser respeitado nos moldes do que é estabelecido em Gên. 2:2, 3, Êxo. 20:8-11 e Isa. 58:13, 14. O fato de o reinterpretarem para equivocadamente aplicá-lo agora ao domingo não desfaz a base ideológica da questão;

            c - as leis divinas devem ser entendidas segundo seus objetivos e características como “moral” (o Decálogo), “cerimonial” (prefigurativa de Cristo e abolida na cruz), “civil”, “penal”, etc.

            Adicionalmente, consta claramente das confissões batista, luterana, anglicana e presbiteriana que

            d - os primeiros 4 mandamentos referem-se a nossa responsabilidade para com Deus, e os 6 últimos, idem quanto ao semelhante.

            e - Finalmente, os adventistas ensinam O MESMO que os Reformadores sobre a figura do Anticristo, e antes desses os valdenses, que nada sabiam sobre essas teorias modernas de “arrebatamento secreto”, Anticristo misterioso que surgirá no futuro para perseguir judeus, “deixados para trás”, etc.

            Sobre o 5º. ponto do exposto acima, vejam este breve e instrutivo vídeo do Pr. Nicodemus Lopes ("O Anticristo Segundo a Reforma Protestante"):
            .
            .
            E se querem ver qual é a Igreja que mantém a tradição interpretativa protestante mais legítima em pelo menos CINCO PONTOS, vejam como este vídeo esclarece a questão (o vídeo apresenta pequenos problemas de som nos primeiros minutos, mas permite perfeitamente que se acompanhe a questão até o fim):
            .


            Reiterando o acima exposto, vejam em outros termos o que foi desafiado acima:

            DESAFIO QUALQUER ANTISSABATISTA A NOS PROVAR

            Que as Igrejas-mãe derivadas do Movimento Reformado, das quais tantas outras derivaram, ensinavam e ensinam nos seus documentos confessionais ou importantes obras de instrução para a Igreja:

            a - Que os 10 Mandamentos NÃO SÃO mais normativos aos cristãos, sendo apenas parte do “pacote único de leis”, tudo abolido na cruz para ser substituído pela “lei de Cristo” que dispensa guarda de dias.

            b - Que o sábado NÃO É MANDAMENTO MORAL E UNIVERSAL, cada um seguindo o melhor caminho que quiser, sem observar dia nenhum, apenas indo à Igreja aos domingos para “cumprir a obrigação”, sem a mínima noção de se SANTIFICAR um dia ao Senhor.

            c - Que NÃO EXISTE essa classificação/categorização/divisão das leis como “moral” (o Decálogo), “cerimonial” (prefigurativa de Cristo, abolida na cruz), “civil” e que fazer tal divisão é um erro, já que as leis eram todas um só 'pacote' legal do judaísmo, tudo abolido na cruz.

            d – Que o AMOR A DEUS DE TODO O CORAÇÃO passou a se aplicar só aos 3 primeiros preceitos, prosseguindo os 6 últimos como expressão de AMOR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO. Ou seja, só o 4º. preceito (do sábado) perdeu o seu embasamento em “amor”, não se sabe quando nem por quê.

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            • #7
              MAGNÍFICOS ESTUDOS PARA ESTUDANTES SÉRIOS E SINCEROS DAS ESCRITURAS
              .

              * CONTRASTE ENTRE UMA TEOLOGIA DEFORMADA E A TEOLOGIA REFORMADA— RESPONDENDO À ‘RESPOSTA’ DO CACP AO LIVRETO “O DESPERTAR DE UM MANDAMENTO”:
              .

              https://www.facebook.com/azenilto.brito/posts/10155483846254824
              .
              - VER TAMBÉM: RETRUCANDO FALSAS RESPOSTAS:


              https://www.facebook.com/azenilto.br...55872399929824
              .
              * “DIAQUALQUERISMO”/“DIANENHUMISMO” – EXERCÍCIO EM EISEGESE NO ESTUDO DAS ESCRITURAS:
              .

              · Rom.14:5, 6 (Segmento I: https://www.facebook.com/azenilto.brito/posts/10157233774659824)

              · Gál. 4:9, 10 (Segmento II: https://www.facebook.com/azenilto.brito/posts/10157233810914824)

              · Col. 2:14-16 (Segmento III: https://www.facebook.com/azenilto.brito/posts/10157233858404824)

              * “ERROS E ACERTOS--ANALISANDO A DECLARAÇÃO DE FÉ DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS QUANTO AOS TEMAS DA LEI E DO PRINCÍPIO DO SÁBADO:

              https://www.facebook.com/azenilto.br...55442487569824
              .
              * RÉPLICA ÀS RESPOSTAS DE RENATO FIGUEIRA CAMPOS JR DO QUESTIONÁRIO SOBRE LEIS ALIMENTARES:
              .

              https://www.facebook.com/azenilto.br...55513984219824

              Last edited by Azenilto Brito; 28-May-2019, 12:29 AM.

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